Palestras recentes
Port Knocking? Esqueça. Abrindo as portas remotamente no iptables Single Packet Authorization
Locais onde foi ministrada: FISL 9 (Porto Alegre/RS - Abril/2008)
Uma forma de impedir que atacantes explorem servidores remotamente consiste em bloquear o acesso às suas portas, liberando-as por demanda conforme a necessidade de acessá-las. Essa técnica, quando utilizada, costuma ser implementada por meio do mecanismo de port knocking. Entretanto, essa técnica contém um conjunto de limitações que podem torná-la pouco eficiente e ainda sujeita a ataques. A palestra apresenta o SPA (Single Packet Authorization) e sua implementação em ambientes GNU/Linux com alternativa ao port knocking.
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- Slides (PDF): JansenSena_FISL9_Single_Packet_Authorization.pdf (New)
- Slides (ODP): JansenSena_FISL9_Single_Packet_Authorization.odp (New)
Backdoors em sistemas GNU/Linux: conhecendo para se proteger!
Locais onde foi ministrada: II ENSL (Aracaju/SE - Setembro/2007)
Sistematicamente, tem-se como hábito acreditar que a invasão de um sistema é algo escandaloso que será facilmente detectado logo após sua execução. Entretanto, a crença de que um processo invasivo será auto-denunciado logo após abrir a página Web da empresa e detectar que está tudo modificado, por exemplo, é perigosa uma vez que gera uma falsa sensação de segurança aos administradores de sistemas.
Entretanto, muitas vezes, o próximo passo de um atacante após conseguir comprometer um sistema consiste, em geral, na implantação de backdoors que permitam um retorno posterior ao ambiente invadido de maneira silenciosa, seja com o objetivo de ter mais tempo hábil para realizar ataques mais elaborados, seja como forma de dominar o sistema invadido para utilizá-lo no ataque de outros sistemas.
Diante disso, a palestra apresenta, na prática, a implementação de um conjunto de backdoors em sistemas GNU/Linux, desde as mais simples que não necessitam da instlação de qualquer software na máquina comprometida, até alternativas mais complexas, e as suas possíveis contra-medidas para detectá-las no sentido de criar mecanismos de proteção adequados. Existem, atualmente, backdoors tão silenciosas que são capazes até mesmo de burlar ferramentas de filtragem como o iptables, o que torna esse um assunto de extrema importância para administradores de sistemas e profissionais de segurança da informação em sistemas GNU/Linux.
O Império Conta-Ataca: A batalha entre software livre e proprietário
Locais onde foi ministrada: IV ESLAM (Manaus/AM - Maio/2007)
Apresenta as estratégias que vem sendo utilizadas por grandes empresas de software proprietário para combater a expansão do software livre fundamentalmente no meio corporativo, Durante a palestra são também abordados aspectos que vão além das questões técnicas e que estão sendo utilizadas para conter a perda de mercado de produtos de software proprietário frente as soluções livres.
Construindo firewalls invisíveis com o ebtables
Locais onde foi ministrada: FISL 7 (Porto Alegre/RS - Abril/2005), Dia-D 2006 (Manaus/AM - Agosto/2006)
Muitas vezes a área de segurança requer o uso de muita criatividade. Nenhum software pode, sozinho, representar uma panacéia para a seguranca de redes e sistemas. A composição de várias soluções é o caminho correto para tornar um ambiente seguro. Nesse contexto, o uso do recurso de "bridge" presente no kernel do GNU/Linux há algum tempo em conjunto com o ebtables permite a configuração de um firewall transparente que funciona como um "fio inteligente". Rápido, versátil e de fácil configuração essa solução torna-se interessante pelo fato de não necessitar de endereços IP em suas interfaces o que dificulta sua detecção por parte de atacantes, fundamentalmente os menos experientes. Além disso, essa arquitetura não exige alteração de endereçamento e demais configurações entre os equipamentos ligados diretamente a ele o que coloca-o como solução adequada para ambientes onde não se pode mudar a topologia de rede oficial.
Software livre é uma Questão de Segurança?
Locais onde foi ministrada: FISL 6 (Porto Alegre/RS - Março/2005), Solisc (Florianópolis/SC - Novembro/2005), Atualtec (Boa Vista/RR), Semana de Informática (Santarém/PA), II ESLAM (Manaus/AM - Outubro/2004)
Muito se fala que a adoção de software livre deve ser motivada por dois fatores primordiais para ambientes corporativos: a liberdade decorrente do modelo de licenciamento e a economia gerada pelo fato de não ser necessário, na maioria dos casos, dedicar recursos financeiros para a compra das licenças de uso. Entretanto, uma das premissas básicas da área de segurança da informação é o fato de não se confiar em soluções baseadas em obscuridade. Em contrapartida, software proprietário é uma caixa preta na qual não se tem a possibilidade de auditar as soluções por completo o que torna esse modelo de software inadequado para a segurança de sistemas e torna os aplicativos de software livre uma alternativa consistente para a implementação de ambientes seguros. Nessa apresentação são destacados pontos de comparação sob a ótica da segurança de sistemas e redes entre software livre e proprietário fundamentando-se a segurança como um terceiro fator para a adoção de software livre.
Canivete Suiço de Segurança para Sistemas GNU/Linux
Locais onde foi ministrada: III ESLAM (Manaus/AM)
A segurança tem recebido cada vez mais atenção por parte dos administradores de sistemas. Nesse contexto, sistemas GNU/Linux possuem um conjunto de recursos para tornar o ambiente mais seguro e menos suscetível à problemas de segurança. Essa apresentação mostra alguns recursos práticos que podem ser facilmente implementados para melhorar o nível de segurança de sistemas GNU/Linux como a proteção de arquivos de log, o uso do LCAP como alternativa para minimizar o comprometimento do acesso de super-usuário, parâmetros de configuração para limitar uso de recursos do sistema. Toda a apresentação tem um caráter extremamente prático.
Software livre: Afinal de contas, o que está em jogo?
Locais onde foi ministrada: Mobilização IV ESLAM (AM/RR/PA), Atualtec 2007 (Boa Vista/RR)
A apresentação discute aspectos positivos e negativos da adoção de software livre no meio corporativo e governamental, fundamentalmente no Brasil. Questões como os erros cometidos pelo programa do Governo Federal de inclusão digital, a pouca contribuição dos meios acadêmicos brasileiros para o software livre e a dificuldade de prestar serviços de qualidade são discutidos como forma de alertar a comunidade quanto a necessidade de procurar encontrar soluções para reverter tais problemas. São ainda abordadas as últimas estratégias de grandes corporações para combater o crescimento do software livre essencialmente no meio corporativo.