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	<title>Jansen Sena</title>
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	<description>"Give us directions; the best of goodwill. Put us in touch with your fair winds" - (Weathercock, JT)</description>
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		<title>Quando a ajuda cai do &#8220;shell&#8221;&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 16:01:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos administradores de sistemas, desenvolvedores e até usuários (mais avançadas) de GNU/Linux (e outros tipos de Unix, na verdade) costumam lidar com a famosa &#8220;tela preta&#8221; por horas todos os dias. E, como não poderia ser diferente, mudar de diretórios é uma tarefa executada dezenas ou centenas de vezes em uma simples jornada de trabalho. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitos administradores de sistemas, desenvolvedores e até usuários (mais avançadas) de GNU/Linux (e outros tipos de Unix, na verdade) costumam lidar com a famosa &#8220;tela preta&#8221; por horas todos os dias. E, como não poderia ser diferente, mudar de diretórios é uma tarefa executada dezenas ou centenas de vezes em uma simples jornada de trabalho. Com isso, errar o caminho do diretório é algo bem comum e que, além de fazer você perder tempo, pode prejudicar sua paciência!</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das formas de facilitar sua vida no poderoso mundo da &#8220;tela preta&#8221; é o próprio recurso do <em>auto completion</em>, presente em shells com o bash. Outro truque bem simples e interessante, mas deconhecido por muitos, é comando shopt. Com ele, pode-se pedir uma ajuda da shell para completar seus comandos &#8220;cd&#8221; para mudar de diretório quando há apenas um pequeno erro de digitação.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, suponha que ao tentar entrar no diretório /tmp, vc execute o seguinte comando:</p>
<p style="text-align: justify;">$ cd /tmx</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente que você receberá uma mensagem de que esse diretório (/tmx) não existe. Entretanto, tente executar o comando shopt dessa maneira:</p>
<pre style="text-align: justify;">$ shopt -s cdspell</pre>
<p style="text-align: justify;">Em seguinda, tente executar o comando &#8220;cd /tmx&#8221; e confira que, mesmo tendo errado o caminho, você estará dentro do diretório pretendido, ou seja, o /tmp. Se você quiser que todas os seus terminais de comandos sejam executados já com essa opção, basta inserir o comando &#8220;shopt -s cdspell&#8221; no arquivo .bashrc ou .bash_profile (conforme sua distribuição Linux ou versão de Unix).</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de terminar, logicamente que o título desse pequeno <em>post</em> é completamente baseado nas &#8220;peripécias criativas&#8221; de meu grande amigo e mestre do shell Júlio Neves. Por fim, como se pode ver, mesmo no mundo da &#8220;tela preta&#8221;, às vezes, a ajuda cai do &#8220;shell&#8221;. Até a próxima!</p>
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		<title>Como copiar sua chave SSH mais rapidamente.</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 13:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Linux]]></category>
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		<category><![CDATA[SSH]]></category>

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		<description><![CDATA[Resolver problemas remotamente utilizando SSH é um recurso presenta no dia-a-dia dos sysadmins, desenvolvedores e até usuários mais avançados de ambientes Unix/Linux. Aliás, esse é um recurso seguro e muito útil, não é mesmo? Com isso, é comum que, ao longo de suas atividades diárias, um usuário que se vale desse recurso necessite abrir sessões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Resolver problemas remotamente utilizando SSH é um recurso presenta no dia-a-dia dos sysadmins, desenvolvedores e até usuários mais avançados de ambientes Unix/Linux. Aliás, esse é um recurso seguro e muito útil, não é mesmo? Com isso, é comum que, ao longo de suas atividades diárias, um usuário que se vale desse recurso necessite abrir sessões SSH em muitas máquinas. Obviamente que a criptografia inerente ao protolo SSH não evita a existência de um processo de autenticação. São recursos de segurança complementares. Portanto, da maneira tradicional, cada abertura de sessão SSH necessita que o usuário insira uma senha. Com o tempo, principalmente para quem costuma fazer dezenas de sessões SSH diariamente, essa pode ser uma tarefa cansativa, não é mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar isso, o protocolo SSH possui um recurso muito interessante: a autenticação por meio de chaves públicas, que evita a necessidade de prover senhas durante a abertura de sessões SSH em máquinas remotas onde a chave pública do usuário já foi previamente copiada. Normalmente, esse processo se dá através da criação de um par de chaves criptográficas por meio do comando ssh-keygen, conforme apresentado no exemplo a seguir:</p>
<pre style="text-align: justify;">jansen@scadufax $ <strong>ssh-keygen -t dsa</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Nesse caso, um par de chaves (pública e privada) está sendo criado usando-se o algorimo DSA. As chaves privada e pública, recém-criadas, são gravadas, nesse caso, nos arquivos id_dsa e id_dsa.pub, respectivamente, e ficam localizadas no diretório .ssh, dentro do home do usuário. Para se valer do recurso de não precisar prover senhas é preciso, então, copiar a chave pública para o arquivo .ssh/authorized_keys nos diretórios home dos usuários remotos, usando-se, por exemplo, o seguinte comando:</p>
<pre style="text-align: justify;">jansen@scadufax $ <strong>scp ~/.ssh/id_dsa.pub jsena@smeagol:~/.ssh/authorized_keys</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Nesse caso, quando o usuário jansen, a partir da máquina scadufax, tentar abrir uma sessão SSH com o usuário jsena na máquina smeagol, nenhuma senha será necessária. O processo de autenticação se dará através das chaves criptográficas. Até nenhuma novidade, certo? Entretanto, imagine que mais de um usuário deseje acessar a conta jsena na máquina smeagol. Pode até ser a mesma pessoa utilizando um par de chaves criptográficas diferentes do anterior, gerado, por exemplo, em outro computador. Nesse caso, se o mesmo procedimento anterior for utilizado, o arquivo authorized_keys, que já contém a chave pública de outro usuário, será sobrescrito, passando a invalidar o acesso cadastrado anteriormente. Para evitar esse problema, a partir do segundo usuário, seria necessário adotar outros procedimentos para a cópia da chave-pública de forma a não sobrescrever o conteúdo já existente no arquivo authorized_keys.</p>
<p style="text-align: justify;">Para facilitar esse processo, existe um utilitário chamado ssh-copy-id que é desconhecido por uma parcela considerável dos usuários de SSH. Essa pequena ferramenta resolve esse problema da cópia de diversas chaves para um mesmo arquivo authorized_keys:</p>
<pre style="text-align: justify;">jansen@scadufax $ <strong>ssh-copy-id jsena@smeagol</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Caso seja necessário copiar outras chaves para acessar a conta jsena na máquina smeagol, basta utilizar o mesmo comando. Caso um mesmo usuário tenha mais de um par de chaves (sim, isso é possível), pode-se indicar quais delas se deseja copiar para a máquina remota:</p>
<pre style="text-align: justify;">jansen@gandalf $ <strong>ssh-copy-id -i .ssh/id_rsa.pub jansen.sena@boromir</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Simples, não? Bem, acho que é isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>IMPORTANTE</em></strong>: Para que o mecanismo de autenticação através de chaves públicas funcione corretamente, é necessário que o servidor SSH esteja configurado para tal. Mas isso é assunto para outro momento!</p>
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		<title>Processo &#8220;kworker&#8221; deixando seu computador inutilizável?</title>
		<link>http://www.jsena.info/2011/11/15/processo-kworker-deixando-seu-computador-inutilizavel/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 20:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sysadmin]]></category>
		<category><![CDATA[kworker]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente, comecei a ter alguns problemas de desempenho em notebooks com o Ubuntu 11.04. Investigando melhor, não foi difícil verificar que o problema ocorria apenas quando os equipamentos estavam com suas baterias sendo carregadas. O desempenho literalmente desabava ao ponto do próprio mouse não funcionar direito. Com um simples &#8220;ps&#8221; foi possível identificar o vilão: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Recentemente, comecei a ter alguns problemas de desempenho em notebooks com o <a href="http://www.ubuntulinux.org">Ubuntu</a> 11.04. Investigando melhor, não foi difícil verificar que o problema ocorria apenas quando os equipamentos estavam com suas baterias sendo carregadas. O desempenho literalmente desabava ao ponto do próprio mouse não funcionar direito. Com um simples &#8220;ps&#8221; foi possível identificar o vilão: o kworker, um processo que ajuda o kernel a desempenhar suas atividades.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma rápida pesquisa foi suficiente para verificar que o <a href="http://askubuntu.com/questions/33640/kworker-what-is-it-and-why-is-it-hogging-so-much-cpu">problema já parecia incomodar alguns usuários de Linux</a>, incluindo aqueles de outras distribuições diferentes do Ubuntu, como o <a href="http://www.fedoralinux.org">Fedora</a>, por exemplo. Depois de algumas sugestões que não surtiram efeito, <a href="http://souriguha.wordpress.com/2011/03/08/how-to-solve-problem-with-thinkpadkslowd-kworker-on-linux-kernel-2-35-2-36/">encontrei uma solução que parece ter dado &#8220;conta do recado&#8221;</a>. Diante disso, resolvi compartilhar por aqui para poder ajudar quem possa estar, eventualmente, com o mesmo incômodo problema.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução, simples, consiste apenas em alterar o conteúdo da variável &#8220;/sys/module/drm_kms_helper/parameters/poll&#8221;. Para isso, abra um terminal de comandos com privilégios de super-usuário (em distribuições como o Ubuntu você pode utilizar o comando sudo, por exemplo) e execute o comando &#8220;echo&#8221;, de acordo como apresentado a seguir:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>$ sudo su -
# echo N&gt; /sys/module/drm_kms_helper/parameters/poll</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Se você estiver em frente ao seu computador com o problema de ter sua CPU &#8220;consumida&#8221; pelo kworker, o comando acima deve ser suficiente para fazer tudo voltar tudo ao normal em poucos segundos. Essa solução, entretanto, não será mais válida em seu próximo reboot. Para fazer com que ela seja permanente em seu sistema, insira a mesma configuração no arquivo /etc/modprobe.d/local.conf, conforme apresentado a seguir:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>$ sudo su -
# <code>echo "options drm_kms_helper poll=N" &gt;/etc/modprobe.d/local.conf</code></strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Bem, acho que é isso. Espero que possa ajudá-los.</p>
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		<title>A &#8220;tela preta&#8221; e seus poderes: reduzindo a resolução de suas fotos através da linha de comando e dos &#8220;pipes&#8221;.</title>
		<link>http://www.jsena.info/2011/10/18/a-tela-preta-e-seus-poderes-reduzindo-a-resolucao-de-suas-fotos-atraves-da-linha-de-comando-e-dos-pipes/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 06:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e truques]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tela preta]]></category>
		<category><![CDATA[linha de comando]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi-se o tempo em que as distribuições GNU/Linux eram limitadas aos terminais de &#8220;tela preta&#8221;. Atualmente, existem diversas alternativas de ambientes gráficos e uma vasta parafernalha de recursos para tornar seu ambiente gráfico de desktop ágil e bastante atrativo. Por outro lado, isso não significa dizer que a &#8220;tela preta&#8221; ficou para trás e não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Foi-se o tempo em que as distribuições GNU/Linux eram limitadas aos terminais de &#8220;tela preta&#8221;. Atualmente, existem diversas alternativas de ambientes gráficos e uma vasta parafernalha de recursos para tornar seu ambiente gráfico de desktop ágil e bastante atrativo. Por outro lado, isso não significa dizer que a &#8220;tela preta&#8221; ficou para trás e não possui mais qualquer utilidade. Muito pelo contrário. Ela continua sendo uma excelente ferramenta para administradores de sistemas, analistas de segurança, desenvolvedores e usuários mais avançados.</p>
<p>Além de poder executar diversos comandos individuais de maneira ágil, a possibilidade de poder combinar comandos através do uso dos pipes é o que, particularmente, considero ser um dos grandes poderes &#8220;Jedi&#8221; da &#8220;tela preta&#8221;. Com esse recurso, é possível criar, facilmente, funcionalidades que não existem através de um único comando para atender às suas necessidades. É claro que, quanto maior a experiência com a &#8220;tela preta&#8221;, melhor será suas condições em usar do recurso dos pipes. E, logicamente, nada melhor do que praticar um pouco para desafiar a criatividade.</p>
<p>Diante disso, resolvi compartilhar por aqui um exemplo que pode ser útil para o seu dia a dia: reduzir o tamanho de suas fotos. Com câmeras digitais cada vez mais acessíveis e com a sua inclusão em diversos dispositivos como celulares e tablets, muitas pessoas costumam acumular muitos gigas armazenando suas imagens. Some-se a isso o fato das resoluções cada vez mais altas gerarem arquivos maiores. Diante disso, seja como uma forma de economizar espaço em seus meios de armazenamento (e.g. HDs externos) ou como facilitar o envio e o compartilhamento de suas fotos através da Internet, reduzir o tamanho de suas fotografias, às vezes, pode ser uma ideia interessante.</p>
<p>A questão é: como fazer isso de umam única vez aplicando a redução para todas as fotografias selecionadas? Bem, como você já deve ter desconfiado, a &#8220;tela preta&#8221; pode lhe ser útil nesse momento especialmente por meio do uso dos pipes. Vamos dar uma olhada?</p>
<p><span id="more-415"></span>Suponha que exista um diretório chamado /home/jansen/MyPictures repleto de fotografias com a extensão &#8220;JPG&#8221;. Todas essas fotografias estão com uma resolução muito alta e cada arquivo possui em torno de 5MB. A ideia é conseguir reduzir todos esses arquivos para uma resolução de 800&#215;600.</p>
<p>O primeiro passo consiste em instalar um excelente gerenciador de imagens em linha de comando (sim, isso mesmo!), chamado imagemagick. Caso sua distribuição seja baseada no Debian (e.g. Ubuntu), basta executar o seguinte comando com o seu usuário convencional:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>$ sudo apt-get install imagemagick</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, digite sua senha. Por outro lado, caso seu usuário não esteja configurado no sudo (isso é comum em instalações padrão do Debian, por exemplo), abra um terminal como root e digite o comando anterior diretamente:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong># apt-get install imagemagick</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Com o seu usuário convencional, entre no diretório /home/jansen/MyPictures, onde estão armazenadas as imagens e use do &#8220;poder Jedi&#8221; dos pipes:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>$ cd /home/jansen/MyPictures</strong>

<strong>$ mkdir /tmp/MyReducedPictures &amp;&amp; ls *JPG | cut -d. -f1 | xargs -t -i \ convert -resize 800x600 {}.JPG /tmp/MyReducedPictures/{}_REDUCED.JPG</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Com isso, suas imagens vão começar a ser reduzidas de tamanho, uma a uma. Passados alguns segundos (de acordo com a quantidade de fotos), uma cópia com a resolução reduzida de todas as imagens, estará salva no diretório /tmp/MyReducedPictures!!! Simples, não?!</p>
<p>Quer entender um pouco melhor o que aconteceu? Então aguarde o próximo post&#8230;</p>
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		<title>Publicados slides da palestra de firewalls redundantes, ministrada no ENSOL V.</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 23:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Dívida cumprida! Enfim, estão publicados os slides da palestra &#8220;Construindo Firewalls Redundantes em Ambientes GNU/Linux&#8221;, ministrada durante o ENSOL V, ocorrido em João Pessoa no último mês de 2011. Em tempo, aproveito para renovar meus agradecimentos a todos que estiveram presentes e ainda à organização do ENSOL pelo convite e pelo carinhoso tratamento durante a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dívida cumprida! Enfim, estão publicados os slides da palestra &#8220;Construindo Firewalls Redundantes em Ambientes GNU/Linux&#8221;, ministrada durante o <a href="http://www.ensol.org.br/">ENSOL V</a>, ocorrido em João Pessoa no último mês de 2011. Em tempo, aproveito para renovar meus agradecimentos a todos que estiveram presentes e ainda à organização do ENSOL pelo convite e pelo carinhoso tratamento durante a estada em João Pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que os slides possam, de alguma forma, ajudar aqueles que querem implementar esse tipo de solução em suas redes&#8230; Aliás, quem implementar essa solução em software livre de firewalls redundantes, sinta-se a vontade para deixar um comentário aqui pelo site para compartilhar com outras pessoas suas experiências&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Os slides da palestra estão a disposição para download na seção a <a href="http://www.jsena.info/palestras-recentes">Palestras Recentes</a>. Aliás, o material é <em>copyleft</em>, portanto, podem copiar, modificar e utilizar à vontade!</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, acho que é isso! Saudações livres.</p>
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		<title>A caminho da terra do &#8220;ENSOL&#8221; nascente&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 23:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Parece que foi ontem que ouvi meu amigo Anahuac de Paula falar sobre organizar um bom evento de software livre em João Pessoa, na Paraíba. Não poderia ser diferente o resultado do esforço de uma comunidade de software livre sediada em uma terra marcada pela presença de um povo tão aguerrido. Eis que nasceu, então, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.jsena.info/wp-content/uploads/2011/07/ensol2.png"><img class="alignleft size-full wp-image-396" style="border: 2px solid black; margin: 10px;" title="ensol" src="http://www.jsena.info/wp-content/uploads/2011/07/ensol2.png" alt="" width="240" height="197" /></a>Parece que foi ontem que ouvi meu amigo <a href="http://www.anahuac.biz">Anahuac de Paula</a> falar sobre organizar um bom evento de software livre em João Pessoa, na Paraíba. Não poderia ser diferente o resultado do esforço de uma comunidade de software livre sediada em uma terra marcada pela presença de um povo tão aguerrido. Eis que nasceu, então, o <a href="http://www.ensol.org.br">ENSOL</a> que terá sua quinta edição acontecendo entre os dias 20 e 23 de julho.</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.ensol.org.br/noticias/oevento/programacao">grade de programação do evento</a> conta com palestras distribuídas em mais de 9 trilhas temáticas com assuntos de interesses diversos envolvendo desde inclusão digital, governo, negócios, educação até temas mais técnicos como desenvolvimento e segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">Estarei presente na &#8220;festa de aniversário de cinco anos&#8221; do <a href="http://www.ensol.org.br">ENSOL</a> ministrando a palestra &#8220;Construindo Firewalls Redundantes em Ambientes GNU/Linux&#8221; que será apresentada no sábado, dia 23 de julho. A seguir, está uma breve descrição de minha apresentação:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Os firewalls representam uma das primeiras e mais importantes linhas de defesa contra atacantes em um ambiente de rede. Entretanto, mesmo sendo equipamentos críticos, são poucas as redes corporativas que possuem soluções de alta disponibilidade implementadas em seus firewalls de forma a evitar que falhas em um desses equipamentos interrompam o funcionamento dos serviços que eles protegem, provocando desde transtornos aos seus usuários até a interrupção completa de seu ambiente de rede.</em></p>
<p><em> Existem, evidentemente, produtos proprietários que contêm recursos para a implementação de alta disponibilidade entre firewalls. Por outro lado, além de requererem um investimento que vai além das possibilidades financeiras de muitas organizações, essas soluções também criam uma dependência, nem sempre desejável, com relação ao fornecedor do produto. O que poucos administradores de sistemas sabem, fundamentalmente os iniciantes ou menos experientes, é que existem recursos em software livre, voltados para ambientes Linux, capazes de viabilizar a configuração de soluções de alta disponibilidade para firewalls Linux. </em></p>
<p><em> Diante desse cenário, a palestra apresenta por meio da utilização de recursos como o Network Bond, o Keepalived (e sua implementação livre do VRRP), o Conntrackd, dentre outros, os passos necessários para compor um ambiente de baixo custo e de alta disponibilidade para firewalls GNU/Linux utilizando apenas software livre como alternativa às honerosas soluções proprietárias. A apresentação contempla apresentar, na prática, aos presentes, um ambiente com essa configuração implementada e funcionando, de forma que os mesmos estejam em condições de incorporar esses mecanismos nos firewalls pro eles administrados.</em></p>
<p style="text-align: justify;">E aí, nos vemos em &#8220;Jampa&#8221;?</p>
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		<item>
		<title>Fazendo seu servidor Apache &#8220;falar&#8221; um pouco menos&#8230;</title>
		<link>http://www.jsena.info/2011/07/07/fazendo-seu-servidor-apache-falar-um-pouco-menos/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 01:46:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sysadmin]]></category>

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		<description><![CDATA[Tarefa básica e que faz parte do cotidiano de um usuário: abrir o browser de sua preferência e acessar algum site na Internet. Simples, não? Do ponto de vista do usuário, sim. Mas, aos olhos de um administrador de sistemas preocupado com segurança, essa é uma atividade que merece ser um pouco mais estudada. Todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tarefa básica e que faz parte do cotidiano de um usuário: abrir o <em>browser</em> de sua preferência e acessar algum site na Internet. Simples, não? Do ponto de vista do usuário, sim. Mas, aos olhos de um administrador de sistemas preocupado com segurança, essa é uma atividade que merece ser um pouco mais estudada. Todas as vezes que um cliente conecta-se a um servidor Web há uma troca de informações entre ambas as partes. Nesse caso, a linguagem falada é o HTTP. A questão é que algumas dessas informações podem revelar informações do seu servidor Web úteis na elaboração de um ataque.</p>
<p style="text-align: justify;">Para verificar algumas das informações comumente reveladas por um servidor Web aos clientes que conectam-se a ele, basta utilizar o antiquado mas ainda útil <em>telnet</em>. Nesse caso, é suficiente escolher um <em>site </em>qualquer, direcionar a conexão para a porta 80 e submeter ao servidor algumas das poucas informações obrigatórias do protocolo HTTP (GET e Host, por exemplo), conforme mostrado a seguir:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong># root@scadufax:~# telnet www.xxxxx.com.br 80</strong>
Trying 201.123.123.121...
Connected to server.xxxxx.com.br.
Escape character is '^]'.
<strong>GET / HTTP/1.1</strong>
<strong>Host: www.xxxxx.com.br</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Após a cláusula &#8220;Host&#8221;, pressione duas vezes <em>Enter</em>. Em seguida, o servidor Web deve retornar os cabeçalhos HTTP de resposta e o conteúdo da página, de acordo como mostrado abaixo:</p>
<pre style="text-align: justify;">HTTP/1.1 200 OK
Date: Fri, 08 Jul 2011 00:47:40 GMT
<strong>Server: Apache/2.2.9 (Debian) PHP/5.2.6-1+lenny10 with Suhosin-Patch</strong>
Last-Modified: Thu, 20 Apr 2006 18:44:51 GMT
ETag: "9f132-c96-411e12ad8aec0"
Accept-Ranges: bytes
Content-Length: 3222
Content-Type: text/html; charset=ISO-8859-1

&lt;&lt;&lt; CONTEÚDO DA PÁGINA&gt;&gt;&gt;</pre>
<p style="text-align: justify;">Dentre os cabeçalhos de resposta, dedique atenção especial ao &#8220;Server&#8221;, em destaque. Nele, é possível identificar o servidor Web (Apache), sua versão (2.2.9), o sistema operacional (Debian) e ainda a versão do PHP (5.2.6-1+lenny10). Tais informações já ajudam um atacante a escolher quais ferramentas ele poderá ajudar em um eventual ataque. Pior ainda: o atacante consegue descobrir se seu servidor encontra-se completamente desatualizado e, portanto, possivelmente vulnerável contra um conjunto maior de <em>exploits</em>. Revelar essas informações no cabeçalho &#8220;Server&#8221; é o comportamento mais comum para um servidor Apache instalado diretamente dos repositórios de pacotes de sua distribuição.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra forma de identificar se o servidor está revelando mais informações do que deveria consiste simplesmente em provocar algum erro, acessando, por exemplo, uma página que, certamente, não existe naquele servidor Web:</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.xxxxx.com.br/abcdefghijklmnop</p>
<div id="attachment_378" class="wp-caption aligncenter" style="width: 527px"><a href="http://www.jsena.info/wp-content/uploads/2011/07/apache2.png"><img class="size-full wp-image-378" title="apache2" src="http://www.jsena.info/wp-content/uploads/2011/07/apache2.png" alt="" width="517" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">Servidor Apache revelando informações desnecessárias.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, em <em>sites </em>mais bem configurados, as páginas de erro são todas customizadas. Nesses casos, algumas vezes, as informações sobre o servidor não são apresentadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Surpreso? É nesse estado que se encontra seu servidor? Bem, então é hora de corrigir esse problema.</p>
<p style="text-align: justify;">O Apache possui duas configurações bem simples mas que são costumeiramente ignoradas, fundalmentalmente pelos administradores de sistemas menos experientes: ServerTokens e ServerSignature que podem impedir que o servidor revele informações mais detalhadas no cabeçalho &#8220;Server&#8221; do HTTP e que informações desnecessárias sejam apresentadas nas páginas de erro <em>default</em> do Apache, respectivamente. Para fazê-las desempenhar essas funções, basta adicioná-las no arquivo de configuração do Apache da seguinte maneira:</p>
<pre style="text-align: justify;">ServerTokens Prod
ServerSignature Off</pre>
<p style="text-align: justify;">Depois, reinicie o seu servidor Apache e veja se agora, seu servidor passou a &#8220;falar&#8221; um pouco menos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Logicamente que existem muitas outras providências a serem tomadas para fazer um bom trabalho de <em>hardening</em> de um servidor Apache. Entretanto, deixaremos isso para uma outra oportunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, acho que é isso. Até o próximo <em>post</em>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Meu eeePC 701 e o Ubuntu 11.04.</title>
		<link>http://www.jsena.info/2011/06/23/meu-eeepc-701-e-o-ubuntu-11-04/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 20:16:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e truques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[eeePC]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim que a febre dos netbooks começou a se espalhar, comprei o Asus eeePC 701, um dos modelos de mais sucesso desse tipo de equipamento e precursor de muitos outros notebooks que foram lançados posteriormente. Apesar de já ser um pouco antigo, eu ainda o utilizo para fazer tarefas menores e algumas &#8220;experiências&#8221;, principalmente envolvendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.jsena.info/wp-content/uploads/2011/06/eeePC.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-363" title="eeePC" src="http://www.jsena.info/wp-content/uploads/2011/06/eeePC-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Assim que a febre dos netbooks começou a se espalhar, comprei o Asus eeePC 701, um dos modelos de mais sucesso desse tipo de equipamento e precursor de muitos outros notebooks que foram lançados posteriormente. Apesar de já ser um pouco antigo, eu ainda o utilizo para fazer tarefas menores e algumas &#8220;experiências&#8221;, principalmente envolvendo segurança de sistemas e redes. Enfim, o meu eeePC 701 desempenha uma função de coringa em meio aos meus computadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Já utilizei diversas distribuições Linux nesse equipamento. Aliás, foi essa uma das razões pelas quais eu o adquiri. Testar algumas distribuições Linux é um <em>hobby</em> antigo. Além da distro original, o Xandros, que durou poucas horas no equipamento, já testei diversas outras opções baseadas em Debian, o Eeebuntu, o Easy Peasy, dentre outros. O Ubuntu passou, então, a ter uma versão oficial para esses equipamentos: o Ubuntu Netbook Remix, que comecei a utilizar em meu Asus eeePC 701. Entretanto, esse produto passou a ser integrado ao Ubuntu padrão. Ou seja, a partir de então, a mesma imagem ISO poderia ser utilizada para notebooks e netbooks.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-359"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, então, resolvi atualizar o sistema operacional dele para o <a href="http://www.ubuntulinux.org">Ubuntu</a> 11.04 (32 bits). Aproveito, então, esse rápido post para compartilhar algumas informações mais básicas. Gravei a imagem ISO em um <em>pen drive</em> mas, para minha surpresa, o instalador detectou um problema que impedia a instalação de prosseguir: o espaço mínimo sugerido para instalação é 4.4 GB, entretanto, o Asus eeePC 701 conta apenas com um SSD de 4 GB. A solução foi, então, fazer o <a href="http://mirror.globo.com/ubuntu/releases//11.04/">download da versão alternate do Ubuntu 11.04</a> e a instalação transcorreu sem mais problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao particionamento, não utilizei partições separadas para os diversos diretórios muito menos qualquer recurso de LVM. Afinal de contas, trata-se de um pequeno disco de 4 GB. Outra recomendação interessante: não utilizei qualquer partição de <em>swap</em>. Existem muitas discussões com relação ao limite de operações de escrita que um SSD pode suportar antes de apresentar problemas. Fóruns repletos de comentários sobre essas questões estão publicados Internet a fora. Não utilizar uma partição de <em>swap</em> é uma forma de reduzir um pouco essas operações e ainda uma boa oportunidade para ver como o sistema iria se comportar. Em meu caso, a ausência do <em>swap</em> não foi um problema uma vez que meu Asus eeePC 701 possui 2 GB de RAM, mais do que suficiente para o tipo de uso que faço desse equipamento. Após a fase de particionamento, o instalador &#8220;reclamou&#8221; da ausência de uma partição de <em>swap</em>, mas não impediu que eu prosseguisse com a instalação.</p>
<p style="text-align: justify;">Feito isso, decorridos alguns minutos, estava com o Ubuntu 11.04 instalado em meu eeePC. De imediato, desinstalei alguns pacotes desnecessários para economizar espaço tal como o Evolution, jogos, dentre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, utilizei o tmpfs, um sistema de arquivos que é mapeado na memória RAM, para montar os diretórios /tmp e /var/tmp. Para isso, basta editar o arquivo /etc/fstab acrescentando as seguintes linhas:</p>
<pre>tmpfs		/tmp		tmpfs	size=100M,mode=1777	0 0
tmpfs		/var/tmp	tmpfs	size=100M,mode=1777	0 0</pre>
<p style="text-align: justify;">Logicamente, como tmpfs é mapeado na memória RAM, o conteúdo desses diretórios é apagado todas vezes que seu noteebok é desligado. Bem, sem problemas nesse caso porque o conteúdo desses diretórios deve ser, presumidamente, temporário. Feito esse processo, no próximo <em>reboot</em> o pequeno eeePC já deve separar os dois diretórios dos demais que estão gravados no SSD.</p>
<p style="text-align: justify;">Para verificar se essa configuração funcionou, após reiniciar o computador, execute o comando &#8220;mount&#8221; e tente localizar linhas semelhantes às apresentadas a seguir:</p>
<pre>tmpfs on /tmp type tmpfs (rw,size=100M,mode=1777)
tmpfs on /var/tmp type tmpfs (rw,size=100M,mode=1777)</pre>
<div style="text-align: justify;">Bem, acho que é isso. Até agora, tudo funcionando normalmente. Aliás, escrevo esse <em>post</em> de meu Asus eeePC 701. Existem muitas outras experiências e configurações interessantes para fazer com um equipamento como esses. Mas, vamos deixar isso para outras oportunidades.</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Problemas para remover volumes lógicos com LVM2?</title>
		<link>http://www.jsena.info/2011/06/17/problemas-para-remover-volumes-logicos-com-lvm2/</link>
		<comments>http://www.jsena.info/2011/06/17/problemas-para-remover-volumes-logicos-com-lvm2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 16:56:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e truques]]></category>
		<category><![CDATA[Sysadmin]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[LVM]]></category>

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		<description><![CDATA[Sem sombra de dúvidas, planejar o particionamento de um servidor GNU/Linux com LVM é uma opção muito interessante e praticamente obrigatória para um sysadmin precavido e organizado. Entretanto, podemos tratar um pouco mais sobre o LVM e suas vantagens em outra oportunidade. Esse rápido post é apenas para compartilhar uma situação que já passei em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sem sombra de dúvidas, planejar o particionamento de um servidor GNU/Linux com LVM é uma opção muito interessante e praticamente obrigatória para um <em>sysadmin</em> precavido e organizado. Entretanto, podemos tratar um pouco mais sobre o LVM e suas vantagens em outra oportunidade. Esse rápido <em>post</em> é apenas para compartilhar uma situação que já passei em algumas oportunidades: em alguns servidores que administro, já tive problemas para remover volumes lógicos (LVs).</p>
<p style="text-align: justify;">A maneira mais comum para remover um LV consiste, simplesmente, em utilizar o comando lvremove. Por exemplo:</p>
<pre style="text-align: justify;"># lvremove /dev/MyVG/lvol_test</pre>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, em alguns sistemas, me deparei com o seguinte erro ao tentar remover LV:</p>
<pre style="text-align: justify;"># lvremove /dev/MyVG/lvol_test
<span style="color: #ff0000;">Can't remove open logical volume "lvol_test"</span></pre>
<p style="text-align: justify;">Bem, caso você esteja com esse problema, existe uma solução muito simples por meio da utilização do dmsetup.</p>
<pre style="text-align: justify;"># dmsetup info -c MyVG-lvol_test</pre>
<pre style="text-align: justify;">Name               Maj Min Stat   Open Targ Event  UUID
MyVG-lvol_test     253   8 L–w       1    1      0 XiuqlKY91paW...</pre>
<p style="text-align: justify;">Nesse caso, o valor que interessa é o da coluna <em>Open</em>. O  número &#8220;1&#8243; identifica que o LV encontra-se no <em>status </em>de aberto e isso pode ser a causa do problema. Se esse for o seu caso, execute o comando dmsetup da seguinte maneira:</p>
<pre style="text-align: justify;"># dmsetup remove MyVG-lvol_test</pre>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, tente executar novamente o comando lvremove que, dessa vez, deve reportar a remoção com sucesso do LV:</p>
<pre># lvremove /dev/MyVG/lvol_test
Logical volume "lvol_test" successfully removed</pre>
<p style="text-align: justify;">Bem, acho que é isso.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Você ainda apaga arquivos com o &#8220;rm&#8221;? Removendo arquivos de maneira segura com o shred.</title>
		<link>http://www.jsena.info/2011/04/18/voce-ainda-apaga-arquivos-com-o-rm-removendo-arquivos-de-maneira-segura-com-o-shred-2/</link>
		<comments>http://www.jsena.info/2011/04/18/voce-ainda-apaga-arquivos-com-o-rm-removendo-arquivos-de-maneira-segura-com-o-shred-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 17:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e truques]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Sysadmin]]></category>
		<category><![CDATA[comandos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[shred]]></category>

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		<description><![CDATA[Remover arquivos faz parte da rotina diária de qualquer usuário de um sistema operacional, não é mesmo? Provavelmente você deve fazer isso algumas dezenas de vezes ao longo de um dia de trabalho em frente ao computador. Caso um arquivo qualquer (como uma ISO de um sistema operacional, por exemplo) esteja sendo apagado simplesmente para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Remover arquivos faz parte da rotina diária de qualquer usuário de um sistema operacional, não é mesmo? Provavelmente você deve fazer isso algumas dezenas de vezes ao longo de um dia de trabalho em frente ao computador. Caso um arquivo qualquer (como uma ISO de um sistema operacional, por exemplo) esteja sendo apagado simplesmente para liberar espaço em seus meios de armazenamento, que mal há utilizar o bom e velho &#8220;rm&#8221;? Por outro lado, tenho a impressão de que você não gostaria de saber que aquele script que contém todas as suas regras de <em>firewall</em>, por exemplo, ou qualquer outro arquivo com alguma informação sensível pode cair em mãos erradas se você confiar no apenas no &#8220;rm&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, primeiramente, permita que eu me desculpe por &#8216;descortinar&#8217; essa verdade caso você ainda achasse, até o parágrafo anterior, que um &#8220;rm -f&#8221; era um comando forte e com tanta &#8216;personalidade&#8217; ao ponto de mandar pro espaço qualquer arquivo ou diretório. O fato é que ao remover um arquivo com esse comando o sistema operacional, em poucas palavras, simplesmente retira os &#8220;ponteiros&#8221; para os blocos de dados que formavam o arquivo. Por outro lado, esses blocos estão lá em seu HD e podem, com a ajuda de algumas ferramentas, ser recuperados. Provavelmente esses blocos irão ser sobrescritos apenas quando novos arquivos forem utilizando aqueles mesmos espaços e isso pode demorar um tempo bastante considerável principalmente se o computador em questão não tiver operações um fluxo de gravação de arquivos muito intenso.</p>
<p style="text-align: justify;">E, antes que você se pergunte, mas quem pode ter acesso ao meu HD? Bem, fácil. Seu computador pode ser invadido através da Internet, você pode perdê-lo, você pode ser roubado, você pode vendê-lo ou você pode mandá-lo para uma assistência técnica para consertar um problema, por exemplo. Enfim, são muitas as possibilidade, não é verdade? Pior ainda quando se está falando dos pequenos e portáteis <em>pen drives </em>que carregamos conosco o tempo todo para todo lugar. Quando é possível, pode-se utilizar os <a href="http://www.jsena.info/2010/10/24/criando-um-sistema-de-arquivos-criptogrado-no-gnulinux/">sistemas de arquivos criptografados</a>. Entretanto, em situações onde não é possível utilizar essas soluções, é preciso tomar cuidado para garantir que arquivos sensíveis foram, de fato, removidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-320"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A notícia boa é que existe um &#8220;irmão&#8221; do rm que pode ser utilizado para fazer a remoção de arquivos cujo conteúdo você deseja manter longe das mãos dos curiosos. Trata-se do shred. E sabe o qué melhor? Provavelmente ele já encontra-se instalado em seu sistema GNU/Linux mesmo que você nunca o tenha utilizado. Vamos, então, dar uma olhada nesse comando?</p>
<p style="text-align: justify;">Suponnha que você tenha um arquivo com algum dado sensível:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>$ echo "Esse arquivo possui dados secretos." &gt; /tmp/segredo.txt
$ cat /tmp/segredo.txt
Esse arquivo possui dados secretos.</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, utilize o comando shred simplesmente indicando o arquivo recém-criado:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>$ shred /tmp/segredo.txt</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">E agora, tente dar uma olhada no conteúdo do arquivo utilizando o comando cat:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>$ cat /tmp/segredo.txt</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">E aí, surpreso com o que você viu?</p>
<p style="text-align: justify;">Caso você deseje que o shred remova o arquivo após &#8220;bagunçar&#8221; seus dados você pode utilizar a opção &#8220;-u&#8221;. E ainda, se quiser acompanhar de perto o que o shred está fazendo durante seu período de execução basta acrescentar, como em muitos outros comandos dos sistemas Unix, o parâmetro &#8220;-v&#8221;. Então, experimente executar o shred com a seguinte sintaxe:</p>
<pre><strong>$ shred -u -v /tmp/segredo.txt</strong></pre>
<pre>shred: /tmp/segredo.txt: pass 1/3 (random)...
shred: /tmp/segredo.txt: pass 2/3 (random)...
shred: /tmp/segredo.txt: pass 3/3 (random)...
shred: /tmp/segredo.txt: removing
shred: /tmp/segredo.txt: renamed to /tmp/00000000000
shred: /tmp/00000000000: renamed to /tmp/0000000000
shred: /tmp/0000000000: renamed to /tmp/000000000
shred: /tmp/000000000: renamed to /tmp/00000000
shred: /tmp/00000000: renamed to /tmp/0000000
shred: /tmp/0000000: renamed to /tmp/000000
shred: /tmp/000000: renamed to /tmp/00000
shred: /tmp/00000: renamed to /tmp/0000
shred: /tmp/0000: renamed to /tmp/000
shred: /tmp/000: renamed to /tmp/00
shred: /tmp/00: renamed to /tmp/0
shred: /tmp/segredo.txt: removed</pre>
<p style="text-align: justify;">É interessante notar que durante sua execução, o shred preencheu o conteúdo do arquivo três vezes com dados aleatórios e depois, antes de removê-lo, o comando renomeou o arquivo 11 vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para promover um processo um pouco mais seguro, você pode ainda selecionar o número de interações que o shred irá fazer substituindo o conteúdo do arquivo utilizando o parâmetro &#8220;-n &lt;qtde&gt;&#8221;. Por exemplo:</p>
<pre><strong>$ shred -n 25 -u -v /tmp/segredo.txt</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Observe que, nesse caso, alternou o processo de substituição do conteúdo com alguns padrões fixos e dados aleatórios. Outra opção interessante até para &#8220;esconder&#8221; a ação do shred é solicitar que depois de todas as interações, ele substitua os dados do arquivo com zeros. Isso pode ser feito por meio da adição do parâmetro &#8220;-z&#8221;:</p>
<pre><strong>$ shred -n 25 -u -v -z /tmp/segredo.txt</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Como &#8220;tudo&#8221; em sistemas GNU/Linux (Unix, na verdade) é representado por meio de arquivos, você pode utilizar o shred como uma ferramenta para apagar HDs ou outros dispositivos de armazenamento inteiros. Isso pode ser útil quando você vai repassar esse equipamento para outra pessoa. Para isso, basta passar como argumento o arquivo que representa o seu dispositivo de armazenamento. Por exemplo:</p>
<pre><strong># shred -n 30 -v -z /dev/sda</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Duas observações importantes aqui: primeiro, essa operação, salvo alguma configuração prévia, requer privilégios de root (observe o prompt como &#8220;#&#8221; no exemplo anterior). Segundo, tome muito cuidado para não passar o dispositivo errado e apagar coisas erradas! Ou seja, esse comando não é recomendado se você não estiver em paz e bem tranquilo!</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, é certo que com algum investimento em tecnologias mais avançadas de hardware e software, é possível recuperar dados mesmo que eles tenham sido sobrescritos diversas vezes.</p>
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