Archive for the ‘Software Livre’ Category

PostHeaderIcon Meu eeePC 701 e o Ubuntu 11.04.

Assim que a febre dos netbooks começou a se espalhar, comprei o Asus eeePC 701, um dos modelos de mais sucesso desse tipo de equipamento e precursor de muitos outros notebooks que foram lançados posteriormente. Apesar de já ser um pouco antigo, eu ainda o utilizo para fazer tarefas menores e algumas “experiências”, principalmente envolvendo segurança de sistemas e redes. Enfim, o meu eeePC 701 desempenha uma função de coringa em meio aos meus computadores.

Já utilizei diversas distribuições Linux nesse equipamento. Aliás, foi essa uma das razões pelas quais eu o adquiri. Testar algumas distribuições Linux é um hobby antigo. Além da distro original, o Xandros, que durou poucas horas no equipamento, já testei diversas outras opções baseadas em Debian, o Eeebuntu, o Easy Peasy, dentre outros. O Ubuntu passou, então, a ter uma versão oficial para esses equipamentos: o Ubuntu Netbook Remix, que comecei a utilizar em meu Asus eeePC 701. Entretanto, esse produto passou a ser integrado ao Ubuntu padrão. Ou seja, a partir de então, a mesma imagem ISO poderia ser utilizada para notebooks e netbooks.

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PostHeaderIcon Criando um sistema de arquivos criptografado no GNU/Linux.

O aumento da capacidade de armazenamento dos meios de armazenamento (HDs, pen drives, cartões de memória, etc) e a redução drástica nos preços desses equipamentos mantém uma relação proporcional ao nível de dependência, cada vez maior, diga-se de passagem, que os usuários (e suas corporações) possuem com relação às informações preservadas nesses dispositivos. Hoje, pequenos pen drives possuem muito mais espaço de armazenamento do que servidores inteiros de alguns anos atrás. Discos com terabytes de capacidade podem ser adquiridos na maioria das lojas de informática a preços bem acessíveis. Some-se a isso o fato desses meios de armazenamento estarem menores e , portanto, “perambulando” em bolsas, bolsos, mochilas, pastas, dentre outros.

Essas facilidades, entretanto, aumentam em muito a possibilidade de se perder esses equipamentos ou mesmo tê-los furtados por outra pessoa. Ainda que sejam arquivos de natureza pessoal, tais como fotos, e-mails e outros documentos, a maioria das pessoas não gostaria de ver esses arquivos em mãos erradas, não é mesmo? Trocando o contexto para o meio corporativo, o comprometimento de informações pode inviabilizar projetos, negócios, estratégias e até a própria sobrevivência da instituição. Por outro lado, são poucas as pessoas e as instituições que têm implementados mecanismos que possam proteger as informações contra a perda ou o roubo dos meios de armazenamento. A grande maioria prefere sofrer com o arrependimento e com as lamentações quando perdem seus dados e os deixam expostos sem qualquer proteção para evitar que os mesmos sejam acessados (e explorados) livremente.

A boa notícia é que existem recursos muito simples para instalar e configurar alguns mecanismos e ferramentas para melhorar a confidencialidade de suas informações. Dentre os diversos recursos e ferramentas disponíveis, uma das mais eficazes são os sistemas de arquivos criptografados e, em ambientes GNU/Linux é algo simples de fazer. A seguir, compartilho uma das maneiras que costumo utilizar para criar, rapidamente, sistemas de arquivos criptografados. Vamos lá?

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PostHeaderIcon Software livre em Santarém/PA!

 

O SIGES 2008 (Semana de Informática, Geotecnologias e Encontro de Software Livre de Santarém) está na sua Quinta Edição, e desde a primeira versão da Semana de Informática de Santarém, a idéia principal era colocar em prática alguns princípios fundamentais que norteiam a construção do conhecimento: o compartilhamento de idéias e informações, a difusão livre de dados e tecnologias emergentes e a formação de parcerias construtivas.

Com a abordagem inicial voltada para a área de Informática procurou-se também a inclusão social como parte integrante desta construção; levando-se em consideração aspectos tipicamente regionais. Para a realidade amazônica, incentivar a participação das instituições e a troca de idéias entre as comunidades acadêmicas e técnicas locais no escopo do evento foi fundamental para seu sucesso e consolidação. Em 2006 detectou-se a necessidade de abordar novas tecnologias com maior ênfase, com isto, deu-se a inclusão do tema Geotecnologias. Tópicos como geoprocessamento, sensoriamento remoto, monitoramento ambiental dentre outros, começaram a se tornar obrigatórios para um melhor entendimento da realidade amazônica. Surge então a SIGES 2006.

Finalmente, para consolidar o compromisso original com a agenda do conhecimento, a inclusão social e a livre difusão de tecnologias e informações, a SIGES 2007 inclui a temática de Software Livre em seu eixo, e a firme disposição de estimular ainda mais a participação da academia, das instituições locais provedoras e consumidoras de tecnologia e da comunidade regional em geral.

Contando com a participação de estudantes de nível médio, graduação e pós-graduação,  professores, pesquisadores e profissionais da área, o evento constitui-se em excelente oportunidade de consolidação de parcerias e integração de interesses comuns de instituições de ensino e pesquisa na região de Santarém, PA, contribuindo para a inclusão digital como benefício social e como agente motivador na formação e atualização técnica e acadêmica em desenvolvimento na Amazônia.

PostHeaderIcon O tal do vício.

Certas coisas tornam-se bem estranhas quando isentas de qualquer racionalidade, principalmente aos olhos daqueles que reúnem condições suficientes para entender o quão absurdo tais situações possam parecer. A caminho de Porto Alegre, para participar do nona edição do Fórum Internacional de Software Livre, onde iria apresentar uma palestra sobre segurança de redes e software livre presenciei uma dessas situações.

Devido a impossibilidade de pousar na capital gaúcha, em decorrência de condições metereológicas adversas, comuns essa época do ano na região, logo veio o anúncio, por parte do piloto: pousaríamos em Florianópolis até haver uma sinalização de que a aterrisagem em Porto Alegre poderia ser realizada com a segurança devida. Prudência que nem sempre combina com os planos dos passageiros, muitas vezes, alheios à máxima de que a segurança de todos está acima de quaisquer compromissos ou planos pessoais. Passados alguns minutos, já em solo catarinense, a aeronave ficou um pouco distante do aeroporto e, apesar da porta ter sido aberta, todos os passageiros permaneceram a bordo. Um grupo de passageiros, no qual me incluo, levantou-se de sua poltrona para poder alongar-se um pouco de forma a estar preparado para seguir viagem tão logo fosse recebida a devida autorização.
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PostHeaderIcon Qual é a melhor distribuição GNU/Linux?

Trata-se de uma dúvida comum. Muitas vezes, o próximo passo após se convencer a respeito das potencialidades técnicas, sociais e econômicas do software livre, consiste em mapear quais são as alternativas para as soluções proprietárias correspondentes para que, em seguida, o usuário inicie seus primeiros contatos com as tecnologias livres. Nesse contexto, considerar o uso de uma distribuição GNU/Linux como alternativa para sistemas operacionais proprietários é, em parcela considerável dos casos, uma das ações iniciais. E, diante de tantas alternativas, com diversos nomes e distintas características, é que vem a questão: qual é a melhor distribuição GNU/Linux?

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PostHeaderIcon Quem não sabia que pingüim voa?

Há aqueles que pensam que pinguins são aves que habitam apenas terras geladas e usam suas nadadeiras somente pra passear nas águas frias do mar em busca de peixes e diversão, e pra fugir de seus predadores. Ledo engano. Existe, pelo menos, uma espécie de pingüim que costuma voar. E bem alto, diga-se de passagem. Não, não se trata de uma espécie recém-descoberta e sim de um tipo cada vez mais popular de pinguim capaz de viver em diversos habitats.

Escrevo esse pequeno relato a bordo de um novo e confortável Airbus 330 a milhares de pés acima do nível do mar. Cada poltrona possui um monitor individual. Passados alguns minutos após a decolagem, o sistema de entretenimento foi iniciado e pra minha surpresa, o processo de boot foi exibido em todos os monitores. E lá estava o tal do pingüim voador: o sistema operacional instalado era GNU/Linux! Talvez fosse o único a bordo que estivesse me divertindo mais com o processo de inicialização do que com os filmes e as outras atrações disponíveis. Sem conseguir me conter, registrei o momento.

PIngüins que voam!

É certo que está, cada vez mais comum, encontrar notícias de novas aplicações de GNU/Linux. Entretanto, nada como estar de frente com uma dessas soluções para depois compartilhar com os amigos!

Saudações livres!

PostHeaderIcon Material didático para cursos de fundamentos em software livre

Com a consolidação de processo de software livre no Brasil, muitos locais do País vêm criando cursos voltados para essa área atuando nos seus mais diversos desdobramentos possíveis: desenvolvimento, administração de sistemas, ambiente usuário, mobilização, inclusão digital, dentre outros. Entretanto, envolver-se com software livre significa, antes de tudo, entender bem o seu histórico, conceitos básicos, licenças, alternativas comuns de software livre, dentre outros.
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PostHeaderIcon Eleição mais livre e segura em 2008?

O assunto da urna eletrônica já é tema de discussão há algum tempo em meio aos profissionais de segurança da informação e à comunidade de software livre nacional. Diante dos olhos dos mais leigos no assunto, a urna eletrônica pode até parecer um recurso muito avançado, seguro e que coloca o Brasil em posição de destaque com relação à utilização da tecnologia a favor da democracia. Eliminar o voto em papel pode, em primeira análise, representar uma verdadeira panacéia contra as fraudes. Entretanto, há mais pano pra manga do que se possa imaginar.
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PostHeaderIcon A universidade e o software livre (Parte II): a serviço dos monopólios

Apesar das universidades públicas representarem, na maioria dos casos, as melhores alternativas para a formação acadêmica no Brasil, não é novidade pra ninguém que essas instituições sofrem, há algum tempo, da falta de recursos financeiros. Salvo raras excessões, o fato é que a ausência de investimentos impede a melhoria das estruturas físicas e laboratórios, aquisições de mais títulos para as bibliotecas, aumento das remunerações dos professores, investimentos em bolsas de pesquisa e estágios acadêmicos, dentre outros. Diante de tantas dificuldades, como é possível ainda se encontrar inúmeros softwares proprietários instalados nas universidades públicas?
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PostHeaderIcon A universidade e o software livre (Parte I): a pirataria acadêmica

Em minha perspectiva, são muitas as relações existentes entre universidade e software livre. Em linhas gerais, as universidades, fundamentalmente as públicas, deveriam estar entre os mais significativos motores propulsores do processo de software livre. Entretanto, essa não é a realidade da maioria das instituições de ensino em nosso País. Motivado por um bate-papo descontraído com alguns amigos logo após o término de um evento de software livre, resolvi publicar algumas considerações pessoais sobre o tema na forma de uma série de curtos artigos. Há muito pano pra manga e o primeiro aspecto trata a respeito da disseminação de cópias ilegais de software.
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