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	<title>Jansen Sena &#187; Segurança</title>
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	<description>"Give us directions; the best of goodwill. Put us in touch with your fair winds" - (Weathercock, JT)</description>
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		<title>Como copiar sua chave SSH mais rapidamente.</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 13:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Linux]]></category>
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		<description><![CDATA[Resolver problemas remotamente utilizando SSH é um recurso presenta no dia-a-dia dos sysadmins, desenvolvedores e até usuários mais avançados de ambientes Unix/Linux. Aliás, esse é um recurso seguro e muito útil, não é mesmo? Com isso, é comum que, ao longo de suas atividades diárias, um usuário que se vale desse recurso necessite abrir sessões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Resolver problemas remotamente utilizando SSH é um recurso presenta no dia-a-dia dos sysadmins, desenvolvedores e até usuários mais avançados de ambientes Unix/Linux. Aliás, esse é um recurso seguro e muito útil, não é mesmo? Com isso, é comum que, ao longo de suas atividades diárias, um usuário que se vale desse recurso necessite abrir sessões SSH em muitas máquinas. Obviamente que a criptografia inerente ao protolo SSH não evita a existência de um processo de autenticação. São recursos de segurança complementares. Portanto, da maneira tradicional, cada abertura de sessão SSH necessita que o usuário insira uma senha. Com o tempo, principalmente para quem costuma fazer dezenas de sessões SSH diariamente, essa pode ser uma tarefa cansativa, não é mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar isso, o protocolo SSH possui um recurso muito interessante: a autenticação por meio de chaves públicas, que evita a necessidade de prover senhas durante a abertura de sessões SSH em máquinas remotas onde a chave pública do usuário já foi previamente copiada. Normalmente, esse processo se dá através da criação de um par de chaves criptográficas por meio do comando ssh-keygen, conforme apresentado no exemplo a seguir:</p>
<pre style="text-align: justify;">jansen@scadufax $ <strong>ssh-keygen -t dsa</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Nesse caso, um par de chaves (pública e privada) está sendo criado usando-se o algorimo DSA. As chaves privada e pública, recém-criadas, são gravadas, nesse caso, nos arquivos id_dsa e id_dsa.pub, respectivamente, e ficam localizadas no diretório .ssh, dentro do home do usuário. Para se valer do recurso de não precisar prover senhas é preciso, então, copiar a chave pública para o arquivo .ssh/authorized_keys nos diretórios home dos usuários remotos, usando-se, por exemplo, o seguinte comando:</p>
<pre style="text-align: justify;">jansen@scadufax $ <strong>scp ~/.ssh/id_dsa.pub jsena@smeagol:~/.ssh/authorized_keys</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Nesse caso, quando o usuário jansen, a partir da máquina scadufax, tentar abrir uma sessão SSH com o usuário jsena na máquina smeagol, nenhuma senha será necessária. O processo de autenticação se dará através das chaves criptográficas. Até nenhuma novidade, certo? Entretanto, imagine que mais de um usuário deseje acessar a conta jsena na máquina smeagol. Pode até ser a mesma pessoa utilizando um par de chaves criptográficas diferentes do anterior, gerado, por exemplo, em outro computador. Nesse caso, se o mesmo procedimento anterior for utilizado, o arquivo authorized_keys, que já contém a chave pública de outro usuário, será sobrescrito, passando a invalidar o acesso cadastrado anteriormente. Para evitar esse problema, a partir do segundo usuário, seria necessário adotar outros procedimentos para a cópia da chave-pública de forma a não sobrescrever o conteúdo já existente no arquivo authorized_keys.</p>
<p style="text-align: justify;">Para facilitar esse processo, existe um utilitário chamado ssh-copy-id que é desconhecido por uma parcela considerável dos usuários de SSH. Essa pequena ferramenta resolve esse problema da cópia de diversas chaves para um mesmo arquivo authorized_keys:</p>
<pre style="text-align: justify;">jansen@scadufax $ <strong>ssh-copy-id jsena@smeagol</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Caso seja necessário copiar outras chaves para acessar a conta jsena na máquina smeagol, basta utilizar o mesmo comando. Caso um mesmo usuário tenha mais de um par de chaves (sim, isso é possível), pode-se indicar quais delas se deseja copiar para a máquina remota:</p>
<pre style="text-align: justify;">jansen@gandalf $ <strong>ssh-copy-id -i .ssh/id_rsa.pub jansen.sena@boromir</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Simples, não? Bem, acho que é isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>IMPORTANTE</em></strong>: Para que o mecanismo de autenticação através de chaves públicas funcione corretamente, é necessário que o servidor SSH esteja configurado para tal. Mas isso é assunto para outro momento!</p>
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		<item>
		<title>Fazendo seu servidor Apache &#8220;falar&#8221; um pouco menos&#8230;</title>
		<link>http://www.jsena.info/2011/07/07/fazendo-seu-servidor-apache-falar-um-pouco-menos/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 01:46:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e truques]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Sysadmin]]></category>

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		<description><![CDATA[Tarefa básica e que faz parte do cotidiano de um usuário: abrir o browser de sua preferência e acessar algum site na Internet. Simples, não? Do ponto de vista do usuário, sim. Mas, aos olhos de um administrador de sistemas preocupado com segurança, essa é uma atividade que merece ser um pouco mais estudada. Todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tarefa básica e que faz parte do cotidiano de um usuário: abrir o <em>browser</em> de sua preferência e acessar algum site na Internet. Simples, não? Do ponto de vista do usuário, sim. Mas, aos olhos de um administrador de sistemas preocupado com segurança, essa é uma atividade que merece ser um pouco mais estudada. Todas as vezes que um cliente conecta-se a um servidor Web há uma troca de informações entre ambas as partes. Nesse caso, a linguagem falada é o HTTP. A questão é que algumas dessas informações podem revelar informações do seu servidor Web úteis na elaboração de um ataque.</p>
<p style="text-align: justify;">Para verificar algumas das informações comumente reveladas por um servidor Web aos clientes que conectam-se a ele, basta utilizar o antiquado mas ainda útil <em>telnet</em>. Nesse caso, é suficiente escolher um <em>site </em>qualquer, direcionar a conexão para a porta 80 e submeter ao servidor algumas das poucas informações obrigatórias do protocolo HTTP (GET e Host, por exemplo), conforme mostrado a seguir:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong># root@scadufax:~# telnet www.xxxxx.com.br 80</strong>
Trying 201.123.123.121...
Connected to server.xxxxx.com.br.
Escape character is '^]'.
<strong>GET / HTTP/1.1</strong>
<strong>Host: www.xxxxx.com.br</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Após a cláusula &#8220;Host&#8221;, pressione duas vezes <em>Enter</em>. Em seguida, o servidor Web deve retornar os cabeçalhos HTTP de resposta e o conteúdo da página, de acordo como mostrado abaixo:</p>
<pre style="text-align: justify;">HTTP/1.1 200 OK
Date: Fri, 08 Jul 2011 00:47:40 GMT
<strong>Server: Apache/2.2.9 (Debian) PHP/5.2.6-1+lenny10 with Suhosin-Patch</strong>
Last-Modified: Thu, 20 Apr 2006 18:44:51 GMT
ETag: "9f132-c96-411e12ad8aec0"
Accept-Ranges: bytes
Content-Length: 3222
Content-Type: text/html; charset=ISO-8859-1

&lt;&lt;&lt; CONTEÚDO DA PÁGINA&gt;&gt;&gt;</pre>
<p style="text-align: justify;">Dentre os cabeçalhos de resposta, dedique atenção especial ao &#8220;Server&#8221;, em destaque. Nele, é possível identificar o servidor Web (Apache), sua versão (2.2.9), o sistema operacional (Debian) e ainda a versão do PHP (5.2.6-1+lenny10). Tais informações já ajudam um atacante a escolher quais ferramentas ele poderá ajudar em um eventual ataque. Pior ainda: o atacante consegue descobrir se seu servidor encontra-se completamente desatualizado e, portanto, possivelmente vulnerável contra um conjunto maior de <em>exploits</em>. Revelar essas informações no cabeçalho &#8220;Server&#8221; é o comportamento mais comum para um servidor Apache instalado diretamente dos repositórios de pacotes de sua distribuição.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra forma de identificar se o servidor está revelando mais informações do que deveria consiste simplesmente em provocar algum erro, acessando, por exemplo, uma página que, certamente, não existe naquele servidor Web:</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.xxxxx.com.br/abcdefghijklmnop</p>
<div id="attachment_378" class="wp-caption aligncenter" style="width: 527px"><a href="http://www.jsena.info/wp-content/uploads/2011/07/apache2.png"><img class="size-full wp-image-378" title="apache2" src="http://www.jsena.info/wp-content/uploads/2011/07/apache2.png" alt="" width="517" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">Servidor Apache revelando informações desnecessárias.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, em <em>sites </em>mais bem configurados, as páginas de erro são todas customizadas. Nesses casos, algumas vezes, as informações sobre o servidor não são apresentadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Surpreso? É nesse estado que se encontra seu servidor? Bem, então é hora de corrigir esse problema.</p>
<p style="text-align: justify;">O Apache possui duas configurações bem simples mas que são costumeiramente ignoradas, fundalmentalmente pelos administradores de sistemas menos experientes: ServerTokens e ServerSignature que podem impedir que o servidor revele informações mais detalhadas no cabeçalho &#8220;Server&#8221; do HTTP e que informações desnecessárias sejam apresentadas nas páginas de erro <em>default</em> do Apache, respectivamente. Para fazê-las desempenhar essas funções, basta adicioná-las no arquivo de configuração do Apache da seguinte maneira:</p>
<pre style="text-align: justify;">ServerTokens Prod
ServerSignature Off</pre>
<p style="text-align: justify;">Depois, reinicie o seu servidor Apache e veja se agora, seu servidor passou a &#8220;falar&#8221; um pouco menos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Logicamente que existem muitas outras providências a serem tomadas para fazer um bom trabalho de <em>hardening</em> de um servidor Apache. Entretanto, deixaremos isso para uma outra oportunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, acho que é isso. Até o próximo <em>post</em>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Você ainda apaga arquivos com o &#8220;rm&#8221;? Removendo arquivos de maneira segura com o shred.</title>
		<link>http://www.jsena.info/2011/04/18/voce-ainda-apaga-arquivos-com-o-rm-removendo-arquivos-de-maneira-segura-com-o-shred-2/</link>
		<comments>http://www.jsena.info/2011/04/18/voce-ainda-apaga-arquivos-com-o-rm-removendo-arquivos-de-maneira-segura-com-o-shred-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 17:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e truques]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Sysadmin]]></category>
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		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[shred]]></category>

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		<description><![CDATA[Remover arquivos faz parte da rotina diária de qualquer usuário de um sistema operacional, não é mesmo? Provavelmente você deve fazer isso algumas dezenas de vezes ao longo de um dia de trabalho em frente ao computador. Caso um arquivo qualquer (como uma ISO de um sistema operacional, por exemplo) esteja sendo apagado simplesmente para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Remover arquivos faz parte da rotina diária de qualquer usuário de um sistema operacional, não é mesmo? Provavelmente você deve fazer isso algumas dezenas de vezes ao longo de um dia de trabalho em frente ao computador. Caso um arquivo qualquer (como uma ISO de um sistema operacional, por exemplo) esteja sendo apagado simplesmente para liberar espaço em seus meios de armazenamento, que mal há utilizar o bom e velho &#8220;rm&#8221;? Por outro lado, tenho a impressão de que você não gostaria de saber que aquele script que contém todas as suas regras de <em>firewall</em>, por exemplo, ou qualquer outro arquivo com alguma informação sensível pode cair em mãos erradas se você confiar no apenas no &#8220;rm&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, primeiramente, permita que eu me desculpe por &#8216;descortinar&#8217; essa verdade caso você ainda achasse, até o parágrafo anterior, que um &#8220;rm -f&#8221; era um comando forte e com tanta &#8216;personalidade&#8217; ao ponto de mandar pro espaço qualquer arquivo ou diretório. O fato é que ao remover um arquivo com esse comando o sistema operacional, em poucas palavras, simplesmente retira os &#8220;ponteiros&#8221; para os blocos de dados que formavam o arquivo. Por outro lado, esses blocos estão lá em seu HD e podem, com a ajuda de algumas ferramentas, ser recuperados. Provavelmente esses blocos irão ser sobrescritos apenas quando novos arquivos forem utilizando aqueles mesmos espaços e isso pode demorar um tempo bastante considerável principalmente se o computador em questão não tiver operações um fluxo de gravação de arquivos muito intenso.</p>
<p style="text-align: justify;">E, antes que você se pergunte, mas quem pode ter acesso ao meu HD? Bem, fácil. Seu computador pode ser invadido através da Internet, você pode perdê-lo, você pode ser roubado, você pode vendê-lo ou você pode mandá-lo para uma assistência técnica para consertar um problema, por exemplo. Enfim, são muitas as possibilidade, não é verdade? Pior ainda quando se está falando dos pequenos e portáteis <em>pen drives </em>que carregamos conosco o tempo todo para todo lugar. Quando é possível, pode-se utilizar os <a href="http://www.jsena.info/2010/10/24/criando-um-sistema-de-arquivos-criptogrado-no-gnulinux/">sistemas de arquivos criptografados</a>. Entretanto, em situações onde não é possível utilizar essas soluções, é preciso tomar cuidado para garantir que arquivos sensíveis foram, de fato, removidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-320"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A notícia boa é que existe um &#8220;irmão&#8221; do rm que pode ser utilizado para fazer a remoção de arquivos cujo conteúdo você deseja manter longe das mãos dos curiosos. Trata-se do shred. E sabe o qué melhor? Provavelmente ele já encontra-se instalado em seu sistema GNU/Linux mesmo que você nunca o tenha utilizado. Vamos, então, dar uma olhada nesse comando?</p>
<p style="text-align: justify;">Suponnha que você tenha um arquivo com algum dado sensível:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>$ echo "Esse arquivo possui dados secretos." &gt; /tmp/segredo.txt
$ cat /tmp/segredo.txt
Esse arquivo possui dados secretos.</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, utilize o comando shred simplesmente indicando o arquivo recém-criado:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>$ shred /tmp/segredo.txt</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">E agora, tente dar uma olhada no conteúdo do arquivo utilizando o comando cat:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>$ cat /tmp/segredo.txt</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">E aí, surpreso com o que você viu?</p>
<p style="text-align: justify;">Caso você deseje que o shred remova o arquivo após &#8220;bagunçar&#8221; seus dados você pode utilizar a opção &#8220;-u&#8221;. E ainda, se quiser acompanhar de perto o que o shred está fazendo durante seu período de execução basta acrescentar, como em muitos outros comandos dos sistemas Unix, o parâmetro &#8220;-v&#8221;. Então, experimente executar o shred com a seguinte sintaxe:</p>
<pre><strong>$ shred -u -v /tmp/segredo.txt</strong></pre>
<pre>shred: /tmp/segredo.txt: pass 1/3 (random)...
shred: /tmp/segredo.txt: pass 2/3 (random)...
shred: /tmp/segredo.txt: pass 3/3 (random)...
shred: /tmp/segredo.txt: removing
shred: /tmp/segredo.txt: renamed to /tmp/00000000000
shred: /tmp/00000000000: renamed to /tmp/0000000000
shred: /tmp/0000000000: renamed to /tmp/000000000
shred: /tmp/000000000: renamed to /tmp/00000000
shred: /tmp/00000000: renamed to /tmp/0000000
shred: /tmp/0000000: renamed to /tmp/000000
shred: /tmp/000000: renamed to /tmp/00000
shred: /tmp/00000: renamed to /tmp/0000
shred: /tmp/0000: renamed to /tmp/000
shred: /tmp/000: renamed to /tmp/00
shred: /tmp/00: renamed to /tmp/0
shred: /tmp/segredo.txt: removed</pre>
<p style="text-align: justify;">É interessante notar que durante sua execução, o shred preencheu o conteúdo do arquivo três vezes com dados aleatórios e depois, antes de removê-lo, o comando renomeou o arquivo 11 vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para promover um processo um pouco mais seguro, você pode ainda selecionar o número de interações que o shred irá fazer substituindo o conteúdo do arquivo utilizando o parâmetro &#8220;-n &lt;qtde&gt;&#8221;. Por exemplo:</p>
<pre><strong>$ shred -n 25 -u -v /tmp/segredo.txt</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Observe que, nesse caso, alternou o processo de substituição do conteúdo com alguns padrões fixos e dados aleatórios. Outra opção interessante até para &#8220;esconder&#8221; a ação do shred é solicitar que depois de todas as interações, ele substitua os dados do arquivo com zeros. Isso pode ser feito por meio da adição do parâmetro &#8220;-z&#8221;:</p>
<pre><strong>$ shred -n 25 -u -v -z /tmp/segredo.txt</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Como &#8220;tudo&#8221; em sistemas GNU/Linux (Unix, na verdade) é representado por meio de arquivos, você pode utilizar o shred como uma ferramenta para apagar HDs ou outros dispositivos de armazenamento inteiros. Isso pode ser útil quando você vai repassar esse equipamento para outra pessoa. Para isso, basta passar como argumento o arquivo que representa o seu dispositivo de armazenamento. Por exemplo:</p>
<pre><strong># shred -n 30 -v -z /dev/sda</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Duas observações importantes aqui: primeiro, essa operação, salvo alguma configuração prévia, requer privilégios de root (observe o prompt como &#8220;#&#8221; no exemplo anterior). Segundo, tome muito cuidado para não passar o dispositivo errado e apagar coisas erradas! Ou seja, esse comando não é recomendado se você não estiver em paz e bem tranquilo!</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, é certo que com algum investimento em tecnologias mais avançadas de hardware e software, é possível recuperar dados mesmo que eles tenham sido sobrescritos diversas vezes.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Histórico de comandos no Linux com data e hora.</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 00:24:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Sysadmin]]></category>
		<category><![CDATA[comandos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
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		<description><![CDATA[Passo por aqui para deixar uma recomendação bem rápida. Quem lida com um terminal de comandos em ambientes Linux frequentemente, especialmente através do bash, sabe o quanto o histórico de comandos é útil. Ele economiza ao longo do dia um bom tempo de digitação ajudando com a reutilização de comandos que já foram executaados anteriormente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Passo por aqui para deixar uma recomendação bem rápida.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem lida com um terminal de comandos em ambientes Linux frequentemente, especialmente através do bash, sabe o quanto o histórico de comandos é útil. Ele economiza ao longo do dia um bom tempo de digitação ajudando com a reutilização de comandos que já foram executaados anteriormente. Com alguns atalhos disponibilizados pela própria shell é possível tirar proveito ainda mais eficiente desse poderoso recurso, útil aos administradores de sistemas e a todos os usuários que necessitam do terminal. Além de facilitar a utilização, o histórico de comandos também é uma ferramenta importante para conduzir algumas investigações do que pode ter sido feito em um determinado sistema, uma vez que ele mostra a sequência de comandos executados. Para vê-lo, como muitos já estão cansados de saber, basta executar o comando &#8220;history&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">E o que tem de novidade nisso? Nada a não ser pelo fato de que,  muitas das vezes, os horários em que os comandos foram executados podem representar uma valiosa informação para quem está consultando o histórico. Essa informação torna-se ainda mais importante quando se tenta correlacionar comandos executados em computadores diferentes. O que poucos sabem, entretanto, é que isso é possível de configurar utilizando um recurso muito simples disponibilizado pela prória shell bash. Outra novidade? Essa informação está na própria <em>man page</em> da bash.</p>
<p style="text-align: justify;">Para habilitar esse recurso, basta, por exemplo, abrir um terminal e definir a variável de ambiente HISTTIMEFORMAT por meio da execução do seguinte comando:</p>
<pre style="text-align: justify;">$ export HISTTIMEFORMAT="[%y%m%d %H:%M:%S] "</pre>
<p style="text-align: justify;">Feito isso, experimente executar o comando &#8220;history&#8221; novamente&#8230; Interessante, não? Note que você pode definir o formato e quais informações de tempo mais lhe interessam. Para tal, utilize a mesma representação de tempo implementada no comando date.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fazer com que os históricos de comandos sempre apresentem as informações de tempo, insira a definição dessa variável nos arquivos apropriados do seu sistema como os arquivos .bashrc e .bash_profile que ficam nos diretórios <em>home </em>dos usuários, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, é isso.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Criando um sistema de arquivos criptografado no GNU/Linux.</title>
		<link>http://www.jsena.info/2010/10/24/criando-um-sistema-de-arquivos-criptogrado-no-gnulinux/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 16:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e truques]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Sysadmin]]></category>
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		<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>
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		<description><![CDATA[O aumento da capacidade de armazenamento dos meios de armazenamento (HDs, pen drives, cartões de memória, etc) e a redução drástica nos preços desses equipamentos mantém uma relação proporcional ao nível de dependência, cada vez maior, diga-se de passagem, que os usuários (e suas corporações) possuem com relação às informações preservadas nesses dispositivos. Hoje, pequenos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O aumento da capacidade de armazenamento dos meios de armazenamento (HDs, <em>pen drives</em>, cartões de memória, etc) e a redução drástica nos preços desses equipamentos mantém uma relação proporcional ao nível de dependência, cada vez maior, diga-se de passagem, que os usuários (e suas corporações) possuem com relação às informações preservadas nesses dispositivos. Hoje, pequenos <em>pen drives</em> possuem muito mais espaço de armazenamento do que servidores inteiros de alguns anos atrás. Discos com <em>terabytes</em> de capacidade podem ser adquiridos na maioria das lojas de informática a preços bem acessíveis. Some-se a isso o fato desses meios de armazenamento estarem menores e , portanto, &#8220;perambulando&#8221; em bolsas, bolsos, mochilas, pastas, dentre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas facilidades, entretanto, aumentam em muito a possibilidade de se perder esses equipamentos ou mesmo tê-los furtados por outra pessoa. Ainda que sejam arquivos de natureza pessoal, tais como fotos, e-mails e outros documentos, a maioria das pessoas não gostaria de ver esses arquivos em mãos erradas, não é mesmo? Trocando o contexto para o meio corporativo, o comprometimento de informações pode inviabilizar projetos, negócios, estratégias e até a própria sobrevivência da instituição. Por outro lado, são poucas as pessoas e as instituições que têm implementados mecanismos que possam proteger as informações contra a perda ou o roubo dos meios de armazenamento. A grande maioria prefere sofrer com o arrependimento e com as lamentações quando perdem seus dados e os deixam expostos sem qualquer proteção para evitar que os mesmos sejam acessados (e explorados) livremente.</p>
<p style="text-align: justify;">A boa notícia é que existem recursos muito simples para instalar e configurar alguns mecanismos e ferramentas para melhorar a confidencialidade de suas informações. Dentre os diversos recursos e ferramentas disponíveis, uma das mais eficazes são os sistemas de arquivos criptografados e, em ambientes GNU/Linux é algo simples de fazer. A seguir, compartilho uma das maneiras que costumo utilizar para criar, rapidamente, sistemas de arquivos criptografados. Vamos lá?</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-154"></span>Irei tomar como referência o <a href="http://www.ubuntulinux.org">Ubuntu Linux</a>. Entretanto, respeitadas as diferenças no processo de instalação dos pacotes necessários, o restante do processo é semelhante em outras distribuições. Em tempo, o processo a seguir mostra os procedimentos utilizando-se utilitários de linha de comando. Com isso, esse mesmo processo pode ser utilizado para criar sistemas de arquivos criptografados em servidores e/ou desktops da mesma maneira.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo consiste em instalar os pacotes necessários. Para tal, a partir de um terminal com privilégios de super-usuário, execute o seguinte comando:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong># apt-get install cryptsetup cryptmount</strong>
</pre>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, supondo que você reservou a partição /dev/sda5 para criar o seu sistema de arquivos seguro, o próximo passo consiste em formatá-la já considerando a camada de criptografia. Esse processo irá exigir a inserção de uma &#8220;frase-senha&#8221; que irá proteger o sistema de arquivos. Portanto, a segurança de seus dados será proporcional à força dessa senha. Esse passo deve ser executado por meio do comando abaixo:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong># cryptsetup luksFormat /dev/sda5</strong></pre>
<pre>WARNING!
========
This will overwrite data on /dev/sda5 irrevocably.

Are you sure? (Type uppercase yes): YES
Enter LUKS passphrase:
Verify passphrase:</pre>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>IMPORTANTE</strong></em></span>: Caso você esteja criptografando o conteúdo de um <em>pen drive</em> ou de qualquer outro dispositivo de armazenamento que já contenha um  sistema de arquivos convencional e que seja, por conta disso, montado  automaticamente em seu ambiente, tome o cuidado de desmontá-lo antes de  prosseguir com as configurações. Caso contrário, o comando &#8220;<em>cryptsetup luksFormat</em>&#8221; irá falhar!</p>
<p style="text-align: justify;">Observe que, antes de solicitar a senha, o comando irá confirmar se pode prosseguir sua execução uma vez que esse processo irá sobrescrever todos os dados que possam estar, eventualmente, presentes nessa partição. Para confirmar, é necessário responder com &#8220;YES&#8221; (em caixa alta). Logo depois, a &#8220;frase-senha&#8221; e sua respectiva confirmação são solicitadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez criado o sistema criptografado, é necessário &#8220;abrir&#8221; o dispositivo de forma que ele possa ser acessado como um <em>device</em> convencional e que, portanto, possa conter um sistema de arquivos como o ext3, por exemplo. Isso deve ser feito através do seguinte comando que irá solicitar a &#8220;frase-senha&#8221;:</p>
<pre><strong># cryptsetup luksOpen /dev/sda5 MYCRYPT</strong>
Enter passphrase for /dev/sda5:
Key slot 0 unlocked.</pre>
<p style="text-align: justify;">Executado esse comando, o sistema operacional deve ter criado um dispositivo chamado /dev/mapper/MYCRYPT que é, na verdade, um dispositivo normal de armazenamento como outro qualquer e que pode, portanto, ser formatado. Entretanto, nesse caso, os dados armazenados em /dev/mapper/MYCRYPT são salvos, fisicamente, no sistema de arquivos criptografado criado em /dev/sda5. Em outras palavras, uma vez que seus meios de armazenamento caiam em mãos erradas, o que o &#8220;novo dono&#8221; terá acesso é um monte de dados criptografados que não representam nada (a não ser que você tenha deixado sua &#8220;frase-senha&#8221; à mostra em algum lugar).</p>
<p style="text-align: justify;">Para formatar o sistema de arquivos mapeado com ext3, por exemplo, utilize o próprio comando mkfs.ext3:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong># mkfs.ext3 -L MYCRYPT /dev/mapper/MYCRYPT</strong>
</pre>
<p style="text-align: justify;">Criado o sistema de arquivos, monte-o normalmente para poder começar a salvar seus dados mais sensíveis:</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong># mount  /dev/mapper/MYCRYPT /media</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">No Ubuntu Desktop, o processo de montagem também pode ser feito pela própria interface gráfica. Ou seja, após criar e formatar o sistema de arquivo, ao acessar a opção <em>Places</em> (Lugares) na barra superior, já é possível ver o reconhecimento do dispositivo criptografado recém-criado. Ao selecionar esse disco, o próprio ambiente gráfico já solicita a senha para montagem do dispositivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando pra linha de comando, após utilizar o sistema de arquivos seguro, você deve desmontá-lo e, em seguida, desfazer o mapeamento criado entre o dispositivo criptografado (/dev/sda5) e o mapeado (/dev/mapper/MYCRYPT):</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong># umount /media</strong></pre>
<pre style="text-align: justify;"><strong># cryptsetup luksClose MYCRYPT</strong>
</pre>
<p style="text-align: justify;">Para explorar mais funcionalidades tais como trocar ou adicionar senhas para o sistema de arquivos criptografos, consulte a <em>man page</em> do comando cryptsetup.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem ainda opções para fazer com que o sistema de arquivos criptografado seja montado automaticamente todas as vezes que o usuário efetua o seu <em>login</em> no sistema. Isso pode ser feito por meio do PAM combinado com outras configurações. Mas, vamos deixar isso pra uma outra oportunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que essa dica seja, de alguma maneira, útil e que, depois dela, seus dados mais críticos recebam a proteção que eles merecem!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Palestra de segurança no Latinoware 2009.</title>
		<link>http://www.jsena.info/2009/10/09/palestra-de-seguranca-no-latinoware-2009/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 14:41:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[latinoware]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>

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		<description><![CDATA[Infelizmente, por motivos profissionais, n&#227;o tive como participar da memor&#225;vel d&#233;cima edi&#231;&#227;o do FISL (F&#243;rum Internacional de Software Livre) em Porto Alegre. Entretanto, mesmo n&#227;o tendo estado presente, por todos os relatos que recebi e por ter conhecimento a respeito da compet&#234;ncia dos organizadores, tenho certeza que foi um grande evento e uma conquista para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img width="236" vspace="2" hspace="2" height="167" align="left" src="http://www.jsena.info/wp-content/uploads/image/palestra_jansen.jpg" alt="" />Infelizmente, por motivos profissionais, n&atilde;o tive como participar da memor&aacute;vel d&eacute;cima edi&ccedil;&atilde;o do <a href="http://www.fisl.org.br">FISL</a> (F&oacute;rum Internacional de Software Livre) em Porto Alegre. Entretanto, mesmo n&atilde;o tendo estado presente, por todos os relatos que recebi e por ter conhecimento a respeito da compet&ecirc;ncia dos organizadores, tenho certeza que foi um grande evento e uma conquista para o movimento de software livre no Brasil por ter um f&oacute;rum desse porte chegando em sua d&eacute;cima edi&ccedil;&atilde;o.</p>
<p align="justify">Entretanto, se por um lado n&atilde;o foi poss&iacute;vel participar do FISL, evento que j&aacute; frequento h&aacute; v&aacute;rios anos,&nbsp; por outro, irei ter a oportunidade de conhecer um evento de software livre que ainda n&atilde;o havia participado mas que sempre tive vontade de colaborar e conhecer: o <a href="http://www.latinoware.org">Latinoware</a>. O evento acontece entre os dias 22 e 24 de outubro no Parque Tecnol&oacute;gico Itaipu (PTI) em Foz do Igua&ccedil;u e, at&eacute; o momento, dia 09 de outubro, j&aacute; conta com 3348 inscritos.</p>
<p align="justify">A convite de meu grande amigo J&uacute;lio Neves, minha participa&ccedil;&atilde;o no <a href="http://www.latinoware.org">Latinoware</a> 2009 ser&aacute; por meio da palestra de seguran&ccedil;a &quot;<strong><em>Port Knocking</em>? Esque&ccedil;a. Abrindo as portas remotamente no iptables com o <em>Single Packet Authorization</em></strong>&quot; que ser&aacute; apresentada na sala Florestan Fernandes (Bloco 13, Sala 1) no dia 23/10/2009 &agrave;s 13:00. Na palestra ser&aacute; realizada, inicialmente, uma discuss&atilde;o a respeito do <em>Port Knocking</em>, uma t&eacute;cnica utilizada por administradores de sistemas para abrir, por demanda, as portas bloqueadas de um <em>firewall</em>, suas vantagens, suas desvantagens e vulnerabilidades. Com base nesses aspectos &eacute; que o <em>Single Packet Authorization</em> (SPA) ser&aacute; apresentado como uma alternativa mais segura, eficiente, robusta e de f&aacute;cil implementa&ccedil;&atilde;o. Esse &eacute; um recurso bem simples e eficiente para ajudar administradores de sistemas a evitar a exposi&ccedil;&atilde;o desnecess&aacute;ria de portas de servi&ccedil;os cujo acesso &eacute; restrito, como por exemplo, um servidor SSH de um servidor p&uacute;bilico utilizado apenas por um conjunto reduzido de usu&aacute;rios para fins de manuten&ccedil;&atilde;o e monitoria.</p>
<p align="justify">Outras palestras bem interessantes est&atilde;o publicadas na grade de programa&ccedil;&atilde;o do Latinoware. Para verificar, basta clicar <a href="http://www.latinoware.org/node/47">AQUI</a>.</p>
<p align="justify">Abaixo segue o resumo da palestra. Nos vemos por l&aacute;!</p>
<p><strong><em>Port Knocking</em>? Esque&ccedil;a. Abrindo as portas remotamente no iptables com <em>Single Packet Authorization</em></strong></p>
<p align="justify">Uma forma de impedir que atacantes explorem servidores remotamente consiste em bloquear o acesso &agrave;s suas portas, liberando-as por demanda conforme a necessidade de acess&aacute;-las. Essa t&eacute;cnica, quando utilizada, costuma ser implementada por meio do mecanismo de port knocking. Entretanto, essa t&eacute;cnica cont&eacute;m um conjunto de limita&ccedil;&otilde;es que podem torn&aacute;-la pouco eficiente e ainda sujeita a ataques. A palestra apresenta o SPA (<em>Single Packet Authorization</em>) e sua implementa&ccedil;&atilde;o em ambientes GNU/Linux com alternativa ao <em>port knocking</em>.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Michael Jackson e a Internet.</title>
		<link>http://www.jsena.info/2009/06/28/michael-jackson-e-a-internet/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 17:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade da informação]]></category>

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		<description><![CDATA[A Internet &#233;, atualmente, o term&#244;metro mais importante e instant&#226;neo da sociedade da informa&#231;&#227;o. Em outras palavras, an&#225;lises da rede mundial de computadores podem refletir, com uma razo&#225;vel margem de certeza, os pr&#243;prios interesses, as opini&#245;es, os questionamentos e as a&#231;&#245;es de muitos segmentos sociais. Nesse contexto, quanto mais amplo for o n&#237;vel de certos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img width="310" vspace="5" hspace="5" height="320" align="middle" alt="" src="http://www.jsena.info/wp-content/uploads/image/MichaelJackson-OffTheWall.jpg" /></div>
<p align="justify">A Internet &eacute;, atualmente, o term&ocirc;metro mais importante e instant&acirc;neo da sociedade da informa&ccedil;&atilde;o. Em outras palavras, an&aacute;lises da rede mundial de computadores podem refletir, com uma razo&aacute;vel margem de certeza, os pr&oacute;prios interesses, as opini&otilde;es, os questionamentos e as a&ccedil;&otilde;es de muitos segmentos sociais. Nesse contexto, quanto mais amplo for o n&iacute;vel de certos acontecimetnos, maior deve ser o impacto na Internet. Caso contr&aacute;rio, o falecimento de Michael Jackson, no &uacute;ltimo dia 25 de junho, n&atilde;o teria provocado tantas consequ&ecirc;ncias quase que instant&acirc;neas na grande rede.</p>
<p align="justify">T&atilde;o logo come&ccedil;aram a ser publicadas as suspeitas de que o astro do pop havia falecido, o tr&aacute;fego na rede mundial aumentou de maneira consider&aacute;vel chegando, em alguns momentos, a derrubar diversos sites de not&iacute;cias e buscas ao redor do mundo , reflexo de qu&atilde;o grande era o interesse coletivo em torno dos acontecimentos envolvendo Michael Jackson. O mesmo aconteceu em outras oportunidades em acontecimentos como os atentados de 11 de setembro, por exemplo.</p>
<div align="justify">
<p>Ao mesmo tempo em que as not&iacute;cias se alastravam, atacantes passaram a disseminar e distribuir milh&otilde;es (bilh&otilde;es, talvez) de emails na Internet contendo v&iacute;rus, <em>worms</em> e SPAMs, aproveitando-se do interesse coletivo pelo tema. N&atilde;o demorou muito para que isso provocasse muita dor de cabe&ccedil;a para administradores de sistemas que precisaram ajustar, de imediato, seus servidores e sistemas para tentar criar medidas eficazes de reter esse tr&aacute;fego poderia provocar problemas bem mais s&eacute;rios para os seus usu&aacute;rios.</p>
<p>Do ponto de vista da seguran&ccedil;a de redes e administra&ccedil;&atilde;o de sistemas, que li&ccedil;&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel tirar desse processo? Simples. <strong>A conex&atilde;o indissoci&aacute;vel que existe entre a Internet e a sociedade n&atilde;o permite, em nenhum momento, que um administrador de sistemas&nbsp; ou qualquer outro tipo de profissional que execute tarefas semelhantes, se d&ecirc; ao luxo de permanecer desconectado das not&iacute;cias e dos acontecimentos atuais, fundamentalmente aqueles que s&atilde;o de interesse de grandes grupos sociais</strong>.&nbsp; Em outras palavras, um acontecimento de alcance global pode provocar impactos quase que imediatos sobre sistemas conectados &agrave; Internet. Estar alheio aos fatos, portanto, &eacute; um passo significativo para encerrar a carreira de um profissional respons&aacute;vel pelas administra&ccedil;&atilde;o e seguran&ccedil;a de sistemas e redes de computadores. Infelizmente, essa n&atilde;o &eacute; uma diretiva discutida e amplamente enfatizada pela literura especializada e pelos cursos, acad&ecirc;micos ou t&eacute;cnicos. No entanto, deveria ser j&aacute; que afeta diretamente os profissionais dessa &aacute;rea.</p>
<p>Devo tratar melhor sobre esse assunto na pr&oacute;xima edi&ccedil;&atilde;o da coluna &quot;Securan&ccedil;a High-Tech&quot;, na <a href="http://www.revistapcecia.com.br">Revista PC&amp;CIA</a>, da qual sou colaborador.</p>
</div>
<div align="justify">&nbsp;</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Criptografia rápida com o GPG.</title>
		<link>http://www.jsena.info/2009/04/26/criptografia-rapida-com-o-gpg/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 15:43:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e truques]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[comandos]]></category>
		<category><![CDATA[criptografia]]></category>
		<category><![CDATA[GNU/Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos sabem da import&#226;ncia de se utilizar dos recursos criptogr&#225;ficos para proteger informa&#231;&#245;es cr&#237;ticas, entretanto, s&#227;o poucos os que utilizam em suas rotinas di&#225;rias esses artif&#237;cios. Ferramentas (livres) existem muitas e um dos maiores exemplos &#233; o pr&#243;prio GPG (GNU&#8217;s PGP), presente, por padr&#227;o, na maioria das distribui&#231;&#245;es GNU/Linux. Obviamente que, criptografia n&#227;o se resume [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img width="250" height="231" align="left" src="http://www.jsena.info/wp-content/uploads/image/GnuTux.jpg" alt="" />Muitos sabem da import&acirc;ncia de se utilizar dos recursos criptogr&aacute;ficos para proteger informa&ccedil;&otilde;es cr&iacute;ticas, entretanto, s&atilde;o poucos os que utilizam em suas rotinas di&aacute;rias esses artif&iacute;cios. Ferramentas (livres) existem muitas e um dos maiores exemplos &eacute; o pr&oacute;prio GPG (GNU&#8217;s PGP), presente, por padr&atilde;o, na maioria das distribui&ccedil;&otilde;es GNU/Linux.</p>
<p align="justify">Obviamente que, criptografia n&atilde;o se resume apenas a confidencialidade, que corresponde ao mecanismo de tornar restrito o acesso &agrave; alguma informa&ccedil;&atilde;o contida em um arquivo, por exemplo. Entretanto, esse &eacute; um dos seus servi&ccedil;os mais populares. Partindo de um exemplo muito simples e did&aacute;tico. Suponha que, em um arquivo texto, voc&ecirc; guarde algumas senhas importantes para acesso a sistemas sobre sua administra&ccedil;&atilde;o. &Eacute; mais do que prudente evitar que o conte&uacute;do desse arquivo seja exposto facilmente e, nesse caso, confiar apenas nos recursos de controle de acesso do sistema de arquivo n&atilde;o &eacute;, certamente, uma pr&aacute;tica muito segura.</p>
<p align="justify">Para essa finalidade &eacute; poss&iacute;vel &quot;criptografar&quot; esse arquivo utilizando-se uma senha, simplesmente por meio do seguinte comando:</p>
<p align="justify"><font face="Courier New">myhost$ gpg -c /home/user/passwords.txt</font></p>
<p align="justify">Em seguida, ser&aacute; solicitada uma senha e sua posterior confirma&ccedil;&atilde;o. A prote&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do do seu arquivo ser&aacute; proporcional &agrave; complexidade da senha utilizada em seu processo de cifragem. Portanto, <strong>n&atilde;o escolha senhas fracas e f&aacute;ceis de serem exploradas</strong>. O resultado da execu&ccedil;&atilde;o do comando anterior &eacute; a gera&ccedil;&atilde;o de um arquivo com mesmo nome daquele informado como par&acirc;metro acrescido da extens&atilde;o &quot;.gpg&quot;. O arquivo original, a partir desse momento, pode ser descartado:</p>
<p align="justify"><font face="Courier New">myhost$ rm /home/user/passwords.txt</font></p>
<p align="justify">Para obter o arquivo original novamente, deve-se &quot;descriptografar&quot; o conte&uacute;do do arquivo /home/user/passwords.txt.gpg. Para isso, basta utilizar o seguinte comando:</p>
<p align="justify"><font face="Courier New">myhost$ gpg -d /home/user/passwords.txt.gpg &gt; /home/user/passwords.txt</font></p>
<p align="justify">T&atilde;o logo a senha utilizada no processo de cifragem seja inserida, o arquivo original ser&aacute; recuperado imediatamente. Esse mesmo recurso pode ser utilizado para &quot;criptografar&quot; arquivos de quaisquer formatos. Suficientemente simples para n&atilde;o deixar mais arquivos cr&iacute;ticos desprotegidos em seu sistema de arquivos, n&atilde;o?</p>
<p align="justify">Vale lembrar que no exemplo apresentado utiliza-se criptografia sim&eacute;trica, ou seja, tudo que &eacute; feito com uma chave (senha) &eacute; desfeito com a mesma chave. Portanto, &eacute; importante saber que se voc&ecirc; esquecer a senha utilizada para criptografar um arquivo n&atilde;o ser&aacute; mais poss&iacute;vel recuperar seu conte&uacute;do.</p>
<p align="justify">O GPG tem muitos outros recursos interessantes, tais como a utiliza&ccedil;&atilde;o de criptografia assim&eacute;trica, assinatura digital, dentre outros. Vale a pena conhecer!</p>
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		<title>Conficker: a praga digital da vez do Microsoft Windows!</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 18:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[pragas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>

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		<description><![CDATA[&#201; rotina: de tempos em tempos surge um novo vil&#227;o para os usu&#225;rios e, principalmente, administradores de sistemas Microsoft Windows, que costumam perder horas de sono reinstalando seus sistemas afetados e tomando provid&#234;ncias, muitas vezes in&#250;teis, para que os sistemas intactos n&#227;o sejam afetados. Nesse caso, como vil&#227;o, entenda-se como sendo qualquer praga virtual (v&#237;rus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&Eacute; rotina: de tempos em tempos surge um novo vil&atilde;o para os usu&aacute;rios e, principalmente, administradores de sistemas Microsoft Windows, que costumam perder horas de sono reinstalando seus sistemas afetados e tomando provid&ecirc;ncias, muitas vezes in&uacute;teis, para que os sistemas intactos n&atilde;o sejam afetados.</p>
<p align="justify">Nesse caso, como vil&atilde;o, entenda-se como sendo qualquer praga virtual (v&iacute;rus e <em>worms</em>, por exemplo) capaz de expor os problemas de seguran&ccedil;a dos sistemas produzidos pela gigante do software propriet&aacute;rio. Nesse contexto, a bola da vez &eacute; o Conficker, uma praga que tem uma arquitetura bem interessante de ser discutida e que, pelo seu impacto, tem provocado bastante dor de cabe&ccedil;a. Exatamente por isso, esse ser&aacute; o tema do texto da coluna&nbsp; &quot;Seguran&ccedil;a High-tech&quot; na Edi&ccedil;&atilde;o No. 86 da <a href="http://www.revistapcecia.com.br">Revista PC&amp;CIA</a>, publica&ccedil;&atilde;o nacional da qual sou colaborador h&aacute; alguns anos.</p>
<p align="justify">Interessado em acompanhar essa discuss&atilde;o? Basta aguardar um pouco a Revista chegar &agrave;s bancas&#8230;</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Eleições, emails e segurança nos tempos da Internet.</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 23:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jansen Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[email]]></category>
		<category><![CDATA[invasão]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito embora a foto ao lado possa parecer uma manifesta&#231;&#227;o pol&#237;tica pessoal quanto ao processo eleitoral norte-americano, o motivo real &#233; de outra natureza: o email de Sarah Palin, candidata a vice-presidente dos EUA ao lado de John McCain, foi invadido por um grupo de crackers conhecido como Anynomous. O email estava repleto de fotos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img hspace="5" height="134" align="left" width="92" vspace="5" alt="" src="http://www.jsena.info/wp-content/uploads/image/sarah_palin_red.jpg" />Muito embora a foto ao lado possa parecer uma manifesta&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica pessoal quanto ao processo eleitoral norte-americano, o motivo real &eacute; de outra natureza: <strong>o email de Sarah Palin, candidata a vice-presidente dos EUA ao lado de John McCain, foi invadido por um grupo de <em>crackers</em> conhecido como <em>Anynomous</em></strong>. O email estava repleto de fotos familiares e de mensagens da candidata sobre o processo eleitoral, suas estrat&eacute;gias de campanha, conversas com parceiros pol&iacute;ticos e at&eacute; outros assuntos &quot;menos populares&quot;. Os <em>crackers</em> divulgaram no &uacute;ltimo dia 17 de setembro v&aacute;rios <em>screenshots</em>  da caixa de entrada do email de Palin como prova de sua conquista. <strong>A not&iacute;cia seria mais surpreendente n&atilde;o fosse o fato de que Sarah Palin costumava (ou ainda costuma?) utilizar uma conta de emails do Yahoo</strong> para tratar de assuntos de neg&oacute;cios como a sua candidatura ao governo dos Estados Unidos. Sob o ponto de vista de seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o, certamente existem aspectos interessantes a serem discutidos.</p>
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<p>O primeiro e mais &oacute;bvio diz respeito ao uso de uma conta de email comum, de um provedor de acesso gratuito, para mandar e receber mensagens com conte&uacute;do cr&iacute;tico e, na maioria das vezes, sigiloso. <strong>Cr&iacute;ticas severas sobre a vice de McCain est&atilde;o sendo publicadas pelo fato de Palin ter lan&ccedil;ado m&atilde;o do uso de um email pessoal para tratar dos assuntos de campanha</strong>. Um erro imperdo&aacute;vel at&eacute; mesmo para quem possui apenas no&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o. H&aacute; que se registrar, entretanto, que, mesmo diante da notoriedade do feito, Sarah Palin n&atilde;o &eacute; a &uacute;nica a utilizar contas de email dessa natureza para tratar de assuntos cr&iacute;ticos. N&atilde;o s&atilde;o poucos aqueles que cometem o mesmo erro.</p>
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<p>Em um segundo momento est&aacute; o fato de que, por mais incr&iacute;vel que possa parecer, a candidata a vice-presid&ecirc;ncia de um dos pa&iacute;ses mais preocupados com seguran&ccedil;a no &acirc;mbito governamental troca emails importantes sem qualquer assessoria t&eacute;cnica adequada. <strong>Recursos de criptografia, por exemplo, seriam suficientes para impedir que, mesmo com o acesso &agrave; caixa postal da candidata, os <em>crackers</em> n&atilde;o conseguissem divulgar o conte&uacute;do de suas mensagens</strong>. A obten&ccedil;&atilde;o do acesso, por exemplo, dentre as muitas alternativas, pode ter sido alcan&ccedil;ada simplesmente pela captura da senha que trafega por protocolos como SMTP ou HTTP que, sem as devidas adi&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o possuem recursos de seguran&ccedil;a adequados para preservar informa&ccedil;&otilde;es como senhas dos usu&aacute;rios.</p>
<p>Por fim, uma &uacute;nica mensagem com conte&uacute;do mais cr&iacute;tico poderia colocar a perder qualquer tentativa de &ecirc;xito nas elei&ccedil;&otilde;es presidenciais norte-americanas e ainda deixar Palin e McCain em &quot;maus len&ccedil;&oacute;is&quot;. Nos tempo de Internet, emails e outros recursos da rede mundial s&atilde;o, sem&nbsp; sombra de d&uacute;vida, estrat&eacute;gicos e, exatemente por conta disso, precisam ser tratados com a devida seguran&ccedil;a. <strong>Em outras oportunidades, candidatos j&aacute; perderam elei&ccedil;&otilde;es por muito menos</strong>.</p>
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